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segunda-feira, setembro 15, 2014

A Aposta ,de Rachel Van Dyken


“Eu tenho uma proposta para você.”
Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela: que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake, Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey: já incendiou uma boneca, colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de “Satã”. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares. Em “A Aposta”, da autora best-seller do New York Times Rachel Van Dyken, Kacey terá que descobrir qual dos irmãos é o cara certo e fazer sua escolha. Essa é a única certeza que lhe resta.


Fraquinho.

Bem Fraquinho.

A Aposta foi um daqueles livros que falharam tanto na forma quanto no conteúdo.

Eu não tinha grandes expectativas a respeito deste livro mas confesso que tinha achado a sinopse interessante e esperava uma leitura, ao menos, simpática e divertida. Ledo engano. Apesar das poucas páginas, A Aposta foi um livro maçante e eu estive a um passo de abandoná-lo. E olha que eu sou muuuuito difícil de abandonar um livro.

O mote é clichê, mas eu disse me chamou a atenção. A Mocinha, Kacey aceita posar de (falsa) noiva para seu amigo de infância, Jake, um mulherengo assumido e com quem ela teve um teretetê no passado. Jake está tendo uns probleminhas na família e na empresa e precisa “posar de bom moço”, se é que vocês me entendem. A situação já seria estranha se a situação dos dois tivesse sido totalmente resolvida mas para piorar (ou dar um tempero) tem ainda o reencontro com o irmão mais velho de Jake, Travis, que adorava infernizar Kacey quando eles eram crianças. Porém, agora eles não são mais crianças e uma forte atração começa a surgir.

Pois é. Clichê. Um falso Triângulo Amoroso. New Adult.

Ah, tantas possibilidades...

...por água abaixo.

A história tinha sim um bom ponto de partida, que podia desencadear em uma boa trama mas já de início tem uma falha básica: as idades dos personagens não fazem sentido! É dito que eles tem 21, 23 anos o que não bate com as “experiências de vida” que são descritas. São contas que simplesmente não fecham.

A autora tenta dar um tom de humor à história que, honestamente, me soou, ridículo. Cenas de humor pastelão que não acrescentaram em nada. Apenas senti vergonha alheia pelos personagens.

E os personagens, o que dizer? Travis foi o menos pior, mas no geral a caracterização foi péssima. Eles pareciam pré-adolescentes IMATUROS de 10 anos de idade. Para se ter uma ideia, eu cheguei a pensar que a autora era uma adolescente. Afinal, se fosse, eu poderia ter sido mais condescendente na minha análise, porém ela é uma mulher adulta e casada.
Fiquei chocada, eu confesso.

Da mesma forma que eu não dou 5 estrelas “à rodo”, eu também não dou “ 1 estrela” para qualquer livro que eu não goste; eu sempre tento achar algo positivo. Neste caso não consegui.

Sei que muita gente gostou. Quem sabe não é o seu caso.

Ah, a aposta do título? É algo tão sem importância, mencionado tão de passagem, que nem sei porque virou título. E é o título em inglês (aliás, dá nome à série!)


A Série:

Livro 1- A Aposta
Livro 2- The Wager
Livro 3- The Dare

Título Original: The Bet
Autor: Rachel Van Dyken
Editora: Suma
Gênero: New Adult
Série: A Aposta - Livro 1
Sub-Gênero/Assunto: Amizade, Reencontro
Período: Atual. EUA.

Outras Capas:

Cotação:
1/5


segunda-feira, dezembro 16, 2013

O Último Ritual, de Yrsa Sigurdardóttir

Um acontecimento horripilante abala os alunos da Universidade de Reykjavík - o corpo de um estudante alemão é encontrado com os olhos arrancados e estranhos símbolos gravados em seu peito. Um suspeito é preso, mas a família da vítima não está segura de que a polícia tenha capturado a pessoa certa e resolvem chamar uma auxiliar na investigação, Thóra Gudmundsdóttir, advogada e mãe solteira de dois filhos, que constata que as razões para o crime se encontram ocultas em tradições e superstições da Idade Média. A vítima não fora escolhida ao acaso. O rapaz morto tinha obsessão pela história da caça e tortura às bruxas na Islândia. História esta que parece estar ganhando novos capítulos no presente, a não ser que Thóra e seu ajudante, Matthew Reich, possam impedir.




Uma das coisas que mais me atraem nos livros é a oportunidade de conhecer países, culturas diferentes; adoro ser “transportada” para lugares diferentes da minha “vida real”.

E quando essa “experiência” é aliada ao fato da história ser de um dos meus gêneros favoritos, o Policial, é ainda melhor. Afinal, apesar de toda a globalização e tudo mais, não é sempre que nos deparamos com um livro Islandês, né?

Em uma Universidade Islandesa, o corpo de um estudante alemão é encontrado com marcas do que poderia ser um ritual de magia negra ou algo parecido. As investigações não demoram muito e logo um suspeito é preso e o caso é dado como encerrado. Contudo, a família do rapaz não acredita que o suspeito seja o verdadeiro assassino e contrata a advogada Thóra Gudmundsdóttir para dar uma “segunda olhada” no caso, ou seja, investigar novamente. Para auxiliar Thóra e principalmente, para servir de “ligação” entre ela e a família, que está na Alemanha, entra em cena, Matthew Reich, um alemão especialista em segurança.

Quando aceita o caso, Thora não se engana achando que seria uma investigação fácil, porém o dinheiro oferecido pelos alemães e tentador demais e ela não pode recusar. Divorciada e mãe de dois filhos; um adolescente e uma menina de seis anos, Thora viu seu estilo de vida muda drasticamente após o divorcio. Além do mais, seu escritório de advocacia não é exatamente dos mais rentáveis e ela ainda tem que “suportar” uma secretária insuportável que não pode mandar embora.

A relação entre Thóra e Matthew é de certa forma sem muitos percalços, porém existe uma clara diferença cultural entre ambos. É realmente interessante ver um alemão sobre outro ponto de vista; principalmente um ponto de vista daquele com a qual estamos acostumados por aqui: frio e calado. Ele é o estranho na Islândia e parece não aceitar, ou melhor dizendo, acho estranho alguns costumes daquele país.

Sem muitas pistas, a investigação (ou “nova” investigação) se concentra em quem foi a vítima. Matthew conhece a família e sabe um pouco sobre a vida do jovem Harald, porém nada além das linhas dele ser um jovem bem estranho. Harald saiu da Alemanha a fim de fazer pós-graduação na Islândia. Sua tese era o Período da Inquisição na Alemanha e Islândia e ele parecia levar o assunto “bruxaria” um pouco a sério demais. Apesar de conhecermos Harald somente através do olhar dos outros e do que Thóra e Mathew descobrem o rapaz não é de forma alguma uma “vítima simpática”, se é que se pode fazer essa definição. Herald era estranho.

O Último Ritual foi um livro muito interessante de ler. A investigação é ponto principal do livro, porém a parte Histórica é também muito forte. Eu, particularmente, gosto muito de História, mas sei que isto pode ser um pouco cansativo para aqueles que não apreciam o tema. A vida particular de Thóra também ganha um certo destaque e isto dá um bom contraponto à trama principal. Faz com que a personagem pareça mais humana. Comum.

Eu gostei bastante do estilo da autora apesar de que em algumas partes a narrativa tenha ficado um pouco cansativa. Especialmente na parte das explicações históricas. Como eu mencionei, eu adoro História- e o tema tratado aqui era particularmente interessante- mas achei que a autora, em determinado momento passou a se concentrar mais em explicar a Caça as Bruxas na Alemanha do que a Investigação criminal em si.

O Último Ritual foi um livro que eu gostei bastante. Acho que o mais importante é dizer que a história capturou a minha atenção desde as primeiras páginas e. como um todo, achei o ritmo do livro, bom. A história em si não é propriamente leve mas senti uma certa leveza na escrita da autora. A leitura não ficou “carregada”. O livro é romance policial sem grandes novidades na narrativa mas o cenário e diversos outros detalhes acabaram fazendo a diferença. Sem contar que é sempre bom, ler romances policiais sem os agentes do FBI, CIA, ou similares de sempre. É claro que não posso deixar de mencionar o Islandês. A lingua. Sério, nomes super difíceis de ler. Ficava até feliz quando aparecia um personagem de nome alemão, rs!

Devo confessar, contudo, que tive sentimentos confusos em relação à conclusão do mistério. Achei que faltou algo. Ao mesmo tempo, devo dizer que a autora foi bem coerente. Infelizmente não quero me aprofundar sem soltar Spoilers

De qualquer forma, foi uma boa leitura e tenho a intenção de ler os outros livros da série.

Para quem gosta de Romances Policiais, é uma boa pedida.

Recomendo!

Título Original: Þriðja táknið
Autor: Yrsa Sigurdardóttir
Editora: Suma
Gênero: Romance Policial
Série: Thóra Gudmundsdóttir - Livro 1
Sub-Gênero/Assunto: Romance Contemporâneo, Crime e Mistério
Período: Atual. Islândia.

Série

Pelo o que eu pude averiguar apenas o primeiro livro foi lançado no Brasil.

Livro 1- O Último Ritual
Livro 2- Ladrão de Almas*
Livro 3- Cinza e Poeira*
Livro 4-Lembro-me de Ti*
Livro 5-Horfðu á mig
Livro 6-Brakið

*Edição Portuguesa



Outras Capas:



4/5

quarta-feira, agosto 07, 2013

Desaparecidas, de Chris Mooney


Quando Darby McCormick era jovem, conseguiu escapar de um assassino, mas duas de suas amigas não tiveram a mesma sorte. Agora, ela trabalha como investigadora no Departamento de Polícia de Boston, vasculhando cenas de crimes em busca de detalhes sutis que possam ajudar na captura dos assassinos mais procurados. Talvez um trabalho na retaguarda fosse mais seguro, mas Darby não consegue controlar seu desejo de ir a campo….
Em Desaparecidas, o primeiro livro da série policial protagonizada por Darby McCormick, a investigação do sequestro de uma moça leva a pistas sobre o paradeiro de outras mulheres, de quem nunca mais se soubera. Tudo parece ser obra de um mesmo psicopata, apelidado de O Viajante. E Darby, ainda com pesadelos do passado vivos na memória, poderá ter um papel decisivo na captura do Viajante e, 25 anos depois, pôr uma pedra sobre o trauma de sua juventude.

- esta é a sinopse que está na contra-capa do livro. NÃO LEIA a que está na orelha- e que é a mesma do Skoob e em diversos outros sites (como Submarino).



Uma da minhas leituras para a Maratona Literária (e um dos temas para o Desafio Realmente Desafiante), Desaparecidas foi uma boa surpresa.

Eu nunca havia lido nada desse autor e, de forma geral, gostei bastante de seu estilo. Digo “de forma geral”, pois, por muitas vezes, tudo me pareceu esquematizado demais, como se fosse um script de cinema. Ou melhor dizendo um script para um episódio de CSI ou Criminal Minds. Eu adoro essas séries, mas quando estou lendo gosto de me deparar com algo diferente. Mas, se por um lado esse aspecto quase que “comercial” me incomodou um pouco, por outro, a escrita de Chris Mooney é bem envolvente e tem aquela combinação (quase!) perfeita de dinamismo e descrição.

Uma das coisas que mais detesto em James Paterson, por exemplo, é como os capítulos são ridiculamente curtos. Porém, sei que quando os capítulos e parágrafos se alongam demais acabam por tornar a história morosa, o que é péssimo para um livro, principalmente um livro policial. E isso não acontece com Desaparecidas.

Chris Mooney tem uma escrita segura que segura o leitor até o fim. Não é o tipo de suspenso do “quem matou” , pelo menos não totalmente, mas do “quando e se o vilão será pego”. Sim, nós, os leitores conhecemos o lado do assassino. Ou quase todo o lado- e confesso que dá uma agonia ver “os mocinhos” atrás de tanta pista falsa!

Desaparecidas é o primeiro livro da série Darby McCormick (três vivas pra Suma por ter publicado este primeiro livro!) e tem como personagem principal uma CSI que dá nome à série. Em 1984, aos 15 anos de idade, Darby conseguiu escapar de um assassino brutal, sorte que não teve suas duas melhores amigas. O tempo passa mas Darby mas não consegui “seguir em frente”totalmente. Um sentimento de culpa sem a ronda. Somente 25 anos, quando uma jovem é sequestrada é que Darby vê-se diante da chance de fazer as pazes com seu passado.

Em termos de mistério e suspense, Desaparecidas é um livro cativante e que prende a atenção, porém não é nada de extraordinário- até por quê não existem grandes surpresas. Tudo bem, tem uma revelação no final que me pegou desprevenida, mas foi isso. A “outra” revelação era beeeem óbvia!
O que mais me cativou no livro foi justamente a parte dramática da trama; a relação de Darby com seu passado e , principalmente, sua relação com a mãe com câncer terminal. As cenas dela com a mãe foram simples mas extremamente belas e tocantes. Sem contar a sua angústia em perceber que o tempo da matriarca estava se esvaecendo.

Como um todo, Desaparecidas foi uma leitura que eu gostei bastante. Não digo que foi perfeita, extraordinária, mas muito boa- apenas um pequeno detalhe no final me desagradou. Não a ponto de estragar a leitura ou algo assim, mas... gosto de todos os pingos nos is, sabe? Confesso que fiquei um pouco irritada com o autor por causa disso, rs

De qualquer forma, Desaparecidas é uma leitura que vale a pena e deve agradar quem gosta de livros do gênero.

Recomendo!


Título Original: The Missing
Autor: Chris Mooney
Editora: Suma de Letras
Gênero: Romance Policial
Série: Darby McCormick- Livro 1
Sub-Gênero/Assunto: Sequestro, Serial Killer, Segunda Chance, Homens da Lei
Período: Dias Atuais. Região de Boston, EUA



Este livro foi minha leitura para o tema 10 do Desafio Realmente Desafiante-
10. Ler um livro que tenha entre 300 e 350 páginas.
Desaparecidas tem 308 páginas.


A Série
Livro 1- Desaparecidas- publicado pela Suma de Letras
Livro 2- O Amigo Secreto - publicado pela Mill Books (confesso que nunca ouvi falar dessa editora)
Livro 3- The Dead Room - inédito no Brasil
Livro 4- The Soul Collectors - inédito no Brasil

Outras Capas:

4/5

segunda-feira, agosto 27, 2012

O Historiador, de Elizabeth Kostova


Título Original: The Historian
Autor: Elizabeth Kostova
Editora: Suma de Letras
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto:  Vampiros, História, Aventura, Suspense, Terror
Período: Anos 50 e Anos 70. Guerra Fria. Europa.
Certa noite bem tarde, ao explorar a biblioteca do pai, uma jovem encontra um livro antigo e um maço de cartas amareladas. As cartas estão todas endereçadas a "Meu caro e desventurado sucessor", e fazem mergulhar em um mundo com o qual ela nunca sonhou - um labirinto onde os segredos do passado de seu pai e o misterioso destino de sua mãe convergem para um mal inconcebível escondido nas profundezas da história.
As cartas fazem alusão a um dos poderes mais maléficos que a humanidade jamais conheceu, e a uma busca secular pela origem desse mal e sua erradicação. É uma caça à verdade sobre Vlad, o Empalador, o governante medieval cujo bárbaro reinado gerou a lenda de Drácula. Gerações de historiadores arriscaram reputação, sanidade, e até mesmo as próprias vidas para conhecer essa verdade. Agora, uma jovem precisa decidir continuar ou não essa busca - e seguir seu pai em uma caçada que quase o levou à ruína anos antes, quando ele era um estudante universitário cheio de energia e sua mãe ainda era viva.

terça-feira, agosto 07, 2012

@mor, de Daniel Glattauer [Booktour]


Título Original: Gut Gegen Nordwind
Autor: Daniel Glattauer
Editora: Suma de Letras
Gênero: Romance Epistolar
Série: Emmi & Leo- Livro 1
Sub-Gênero/Assunto: Romance Contemporâneo, Amor Proibido
Período: Contemporâneo. Europa.
Num e-mail enviado por engano, começa um relacionamento virtual que testa as convicções de Leo Leike e Emmi Rothner. Leo Leike, ainda digerindo o fracasso de seu último relacionamento, responde de forma espirituosa a duas mensagens enviadas por engano por Emmi Rothner, casada. Inicialmente, ela só queria cancelar uma assinatura de revista. Depois, inclui Leo por engano entre os destinatários de um e-mail de boas festas. Na terceira troca de e-mails, o mal-entendido dá lugar à atração mútua, reforçada pelo fato de um nunca ter visto o outro. Nada como a curiosidade instigada por frases bem encadeadas chegando a intervalos regulares numa caixa postal eletrônica para que os dois se esqueçam dos possíveis impedimentos. A cada dia, Leo e Emmi se sentem mais impelidos a marcarem um encontro. Após trocas contínuas de mensagens, está claro para ambos que o marido dela e as feridas emocionais dele não serão obstáculos para que marquem um encontro. O único obstáculo real é a insegurança de ambos quanto à transformação da fantasia em realidade. A expectativa é uma faca de dois gumes e a realidade pode não estar à altura.

sexta-feira, novembro 11, 2011

Echo Park, de Michael Connelly (Harry Bosch, livro 12)

Título Original: Echo Park
Autor: Michael Connelly
Editora: Suma
Gênero: Romance Policial
Série: Harry Bosch- Livro 12
Sub-Gênero/Assunto: Crime & Mistério, Serial Killer
Período: Los Angeles. Dias Atuais
Echo Park é o décimo segundo romance em que Michael Connelly apresenta Harry Bosch, um detetive experiente, obcecado pelos crimes que investiga. Desta vez, Harry é assombrado por um fantasma. Um fantasma que o perturba há treze anos.

Em 1993, ele investiga o desaparecimento da jovem Marie Gesto, que, após ser vista indo ao supermercado, nunca mais foi encontrada. Como vestígio, apenas seu carro com algumas de suas roupas e compras dentro. Por mais que tenha lutado para descobrir seu paradeiro, Harry não conseguiu concluir a investigação, que passou a figurar na lista da delegacia de Casos Abertos / Não Resolvidos. Agora o detetive veterano vislumbra a chance de poder, finalmente, desvendar o mistério que o martirizou por tanto tempo.

Raynard Waits é um homem acusado de matar e esquartejar duas pessoas, mas existem suspeitas de que ele também tenha cometido outros nove assassinatos. Entre eles, o de Marie Gesto. Mas ele pretende propor um acordo à Justiça para escapar da pena de morte. Em troca da atenuação de sua pena, o réu mostraria onde estão os corpos das nove pessoas desaparecidas e assassinadas por ele.

A partir daí, Harry Bosch terá que enfrentar inúmeros desafios, um após o outro. Precisará estar próximo do homem que talvez seja o culpado por tantos anos de agonia e dúvidas, provavelmente o inimigo mais sádico e perigoso que tenha encontrado em toda sua vida. E ainda terá que conviver com a culpa por ter ignorado uma pista que poderia ter concluído o caso ainda em 1993, evitando a série de assassinatos que se seguiu.