sábado, dezembro 12, 2015

Promoção de Ano Novo! Adeus 2015! Olá,2016!


 Falta pouco para 2015 acabar, e já pensou como seria bom começar 2016 ganhando muitos livros?! Se gostou da ideia, participe da nossa promoção e concorra a 2 kits com 11 livros em cada.

 Regulamento:

  • É obrigatório ter endereço de entrega no Brasil.
  • Para participar, o interessado deve seguir todas as entradas obrigatórias do formulário do Rafflecopter (depois, aparecerão as entradas extras, que são opcionais).
  • As inscrições vão até dia 12/01/2016.
  • O sorteado terá 4 dias (96 horas) para responder ao e-mail que será enviado solicitando seu endereço de entrega, caso não haja resposta no prazo, o sorteio será refeito e outro participante será sorteado.
  • Cada blog ficará responsável pelo envio do prêmio que forneceu (sendo assim, os livros do kit chegarão separadamente).
  • O prazo para envio do prêmio e de até 30 dias úteis após o recebimento dos dados do ganhador.
  • Não nos responsabilizamos por danos ou extravios dos Correios; não nos responsabilizamos pela devolução do livro por parte dos Correios em caso de endereço incorreto fornecido pelo participante ou ausência de quem o receba
a Rafflecopter giveaway

 Kit 2:
Entre quatro poderes - Alegria de viver,
Eu, você e o amor - Editora Illuminare,
Mulheres & Meninas - Rô Mierling,
O Grande Ivan - Eu Insisto,
Proteja-me, Mundo de Tinta,
Os Segredos de Emma Corrigan - I love my books,
A culpa é das estrelas - Blog dos Jovens Leitores,
Rebentar - Pétalas de Liberdade,
A Travessia - Uma Conversa Sobre Livros,
Adeus Inocência - Meu Amor Pelos Livros,
Antes que aconteça - Leituras & Loucuras.



a Rafflecopter giveaway

 Boa sorte!

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sexta-feira, dezembro 11, 2015

[Resenha] Sonho Realizado - Jackie Braun

“Quando Lauren Seville descobriu que estava grávida, soube imediatamente que sua vida mudara… pois seu maior sonho havia se realizado. Ao encontrar o lugar perfeito para ser o lar de sua pequena família, logo se deu conta de que se sentia atraída por Gavin O’Donnell, o dono do chalé para o qual se mudara. A mera presença de Lauren era capaz de estimular nele os instintos protetores mais ferozes. E, à medida que a data do parto se aproximava, a independente futura mamãe despertou algo mais no magnata do mercado imobiliário: seu desejo de ser pai. ”


Cuti-Cuti!

Sabe aqueles livrinhos fofinhos, que dão vontade de apertar? Sonho Realizado é um desses livros. A história é simples, singela e, sim, se resvala em vários clichês mas é tão gostosa de se ler que, honestamente, isso pouca importa.

Mesmo tendo problema de fertilidade, Lauren consegue engravidar. Porém, em vez do cretino marido ficar feliz com a notícia, ele exige que ela aborte! Claro que ela não faz isso; Não! Ela dá um chega pra lá no idiota e sai em busca de um lugar melhor para ela e seu futuro bebê.

É neste momento que aparece o mocinho da história. Gavin, um construtor lindo e sexy (não poderia deixar de ser, né?) . Lauren se muda justamente para uma casa, a qual ele é o dono.

Sabe, acho que eu nem preciso falar muito mais sobre o que é a história pois, de uma forma ou de outra, sabemos como ela irá terminar- mas a forma como a autora conduz essa trama aparentemente óbvia é que faz tudo ficar melhor.

Apesar de ser um livro curtinho, o amor não apare de forma instantânea e loucamente sexual. Antes de mais nada, eles se tornam companheiros, amantes. Ao contrário de tantos outros heróis românticos que após meia dúzia de páginas, já querem estar de nheco-nheco com a mocinha, Gavin realmente se preocupa com Lauren. É tão fofo ele dando todo o apoio que ela precisa durante a gravidez, isso sem contar com questão do divórcio.

Claro que nem tudo é perfeito. Apesar de um ótimo começo, senti que a autora correu com o final do livro e algumas questões não foram bem solucionadas. Uma pena.

Mas de qualquer forma, Sonho realizado é um livro fofo, que faz a gente sorrir.

(E fala sério, como não amar essa capa?!)

Recomendo!



Título Original: Expecting a Miracle
Autor: Jackie Braun
Editora: Harlequin
Coleção: Baby On Board 39
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Gravidez
Período: Atual. EUA.

Capa Original:






4/5

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quinta-feira, dezembro 10, 2015

[Resenha] Magia do Sangue - Nora Roberts


“Há muitos anos, Branna O’Dwyer entregou seu amor a Finbar Burke. No entanto, o romance durou pouco. Uma maldição ligada ao sangue de suas famílias os proibiu de ficar juntos. Branna tentou preencher esse vazio com amigos e familiares, mas sabe que, sem Fin, sua vida nunca estará completa. Ele, por sua vez, passou os últimos doze anos viajando pelo mundo, focado exclusivamente no trabalho. Atormentados pela forte atração que nem a distância pôde aplacar, nenhum dos dois acha que um dia se entregará de novo ao amor. Entretanto, em meio às sombras que ameaçam destruir tudo o que eles consideram mais precioso, esse relacionamento sem futuro pode ser também a última esperança que lhes resta. ”

Blé.

Serei sincera, os dois primeiros livros da Trilogia Primos O’Dwyer não tinham me empolgado, mas tampouco havia achado eles ruins. Apenas sem graça, ou mais do mesmo. Todavia, eu estava curiosa em saber como a história iria terminar e o livro de Fin e Branna tinha tudo para ser o mais intenso, dramático. Enfim, mais interessante mesmo. Tá certo que eu achava a Branna Control Freak ao extremo mas a trajetória dela e de Fin, sem dúvidas, era a mais interessante de todas.

Os dois tinham um passado- e um amor mal resolvido. Quase que um Romeu e Julieta Paranormal, onde ele tem o sangue (e a marca!) daquele que Branna deve derrotar. Sem contar que Fin era um dos personagens favoritos da trilogia. Fin é um mocinho, sem dúvidas, mas desde o primeiro livro havia esse toque meio trágico nele, um desespero por amor quem não pode, mas principalmente por temer sucumbir ao mal.

Pois bem.

Magia do Sangue tinha tudo para ser *o* livro, certo? Fechar com chave de ouro. Derrotar o mal e ter um belo felizes para sempre. Ah, foi tudo menos isso. Na verdade, nem tenho muito o que contar- e sabe por que? Porque NÃO ACONTECE NADA durante o livro inteiro!

Magia do Sangue se resumiu à: Branna Cozinha. Branna Conversa. Branna Limpa. Pausa para Cahban espreitando. ,i>Então... Branna Cozinha. Branna Conversa. Branna Limpa. Pausa para Cahban espreitando. Então... Branna Coz....

O livro é um louping tedioso e sem fim. É tanta repetição que até as supostas cenas de romance ficam perdidas. Em determinado momento eu estava fazendo leitura dinâmica para terminar logo. Honestamente, estava beirando o insuportável de tão chato.
Tudo era tão monótono e repetitivo que nem o grande climax foi emocionante. Blé. Blé é a palavra.

Não há dúvidas que Nora Roberts é uma escritora de grande talento, mas por vezes eu percebo que ela se repete demais; usando e abusando da mesma fórmula incontáveis vezes. Aqui eu tive a nítida impressão de que ela simplesmente não sabia o que escrever. Uma pena pois, ao contrário dos livros anteriores, este último livro tinha um material vastíssimo para ser desenvolvido.

Eu recomendaria a série para quem gosta da autora, à titulo de curiosidade. Para quem nunca leu Nora Roberts, existem livros muito melhores.

Uma pena.

E aí, alguém já leu? O que achou?

Título Original: Blood Magik
Autor: Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Série Primos O'Dwyer
Gênero: Fantasia
Sub-Gênero/Assunto: Amor Proibido, Bruxas, Paranormal,
Período: Atual e Séc 13. Irlanda.
Outra Capa:




2/5

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quarta-feira, dezembro 09, 2015

[Resenha] O Céu Está Em Todo Lugar - Jandy Nelson

“Eu deveria estar de luto, não me apaixonando. Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo... Lennie Walker, obcecada por livros e música, tocava clarinete e vivia de forma segura e feliz, à sombra de sua brilhante irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre de forma abrupta, Lennie é lançada ao centro de sua própria vida, e, apesar de não ter nenhum histórico com rapazes, ela se vê, subitamente, lutando para encontrar o equilíbrio entre dois: um deles a tira da tristeza, o outro a consola. O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível.”

Um bom YA,mas não um favorito.

Sabe aquele livro que todos falam bem, que tem uma capa linda e um ótimo trabalho gráfico mas que quando você finalmente o lê não se apaixona pela leitura como pensou que se apaixonaria?

Pois é, foi o meu caso com O Céu está em Todo Lugar. Eu ganhei o livro de presente há alguns anos e, honestamente, a única coisa que eu sabia (em termos de sinopse) é que falava sobre morte- ou a superação dela.
O primeiro grande problema que eu encontrei é que, sim, o livro fala sobre a tentativa de superar uma morte, mas também tem como tema um triângulo amoroso. Isso já me quebrou. Não curto o tema; pelo menos não desde que tinha uns 15, 16 anos de de idade. Mas tudo bem, resolvi seguir em frente. O fato é que, mesmo com uma história bonita, O Céu está em Todo Lugar não me conquistou.

Lennie Walker é uma adolescente de 17 anos que está tentando superar (não que isso seja totalmente possível) a morte inesperada da irmã mais velha. Ela quer apenas ficar em seu canto e lamber suas feridas, mas tudo muda com a chegada de um aluno novo, Joe Fontaine e a súbita atração que começa a sentir em relação ao namorado da irmã morta, Toby

Entããão... aí é que está o problema. A relação de Toby e Lennie foi, para dizer o mínimo, nada a ver. Tudo bem, os dois estavam de luto e tudo mais, porém não foi algo que me fizesse condoer da situação ou deles. E então tem esse Joe. Rapaz simpático, sem dúvida. Mas surgido do nada! As primeiras visitas dele à casa em que Lennie mora com o tio e a avó são, bem, bizarras. Pra mim, ele me pareceu mais uma cópia mal-feita do Ettiene St. Claire, de Anna e o Beijo Francês.

Mas sabe, mesmo assim, Toby e e Joe não são de todo mal. O grande problema foi mesmo Lennie. Não sei se era para sentir pena dela, porque se foi, não aconteceu comigo. Claro, a dor dela deve ter sido enorme, mas ela agia como se fosse a única a ter sofrido uma perda. Em um determinado momento, a avó a chama de egoísta. Nada mais justo. Ali, a personagem da avó excêntrica diz tudo o que eu, como leitora, estava sentindo.


Pode até estar parecendo que eu detestei o livro, mas não eu até que gostei. Bastante. Tirando Lennie, com quem eu realmente não me "conectei", eu gostei dos personagens. Até mesmo de Joe e de Toby. Além disso, a vovó e o tio são ótimos. Claro que eu não poderia deixar de mencionar- mais uma vez- a parte gráfica;mais do que simplesmente "embelezar" o livro, ela se mistura com a própria história. Cartas, mensagens, rabiscos, fazem com que a gente se conecte (nem que seja um pouco) com a protagonista. Acho que gostei mais- e entendi mais- Lennie nestes pequenos fragmentos no que no texto padrão do livro.


No geral, O Céu está em Todo Lugar é um belo livro; tem passagens lindíssimas e tocantes, mas me deixou com a impressão de que o mais bonito não era a história em si mas algumas cenas esparsas e os "recortes" presentes no livro.
Eu sei que muita gente ama- e vai amar o livro, por isso gosto sempre de salientar que o que eu escrevi aqui vem de uma opinião pessoal, gosto pessoal.


Mas, sabe, apesar de tudo, eu acho sim que vale a pena ler.

Sim, eu sou confusa. hehehe

Título Original: The Sky is Everywhere
Autor: Jandy Nelson
Editora: Novo Conceito
Gênero: Jovem Adulto (YA)
Sub-Gênero/Assunto: Drama, Triângulo Amoroso
Período: Atual. EUA.
Outra capa:


3.5/5

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segunda-feira, dezembro 07, 2015

[Resenha] O Último dos Canalhas - Loretta Chase


“O devasso Vere Mallory, duque de Ainswood, está pronto para sua próxima conquista e já escolheu o alvo: a jornalista Lydia Grenville. Só que desta vez, além de seduzir uma bela mulher, ele deseja também se vingar dela.
Ao se envolver numa discussão numa taverna, Vere foi nocauteado por Lydia e se tornou alvo de chacota de toda a sociedade. Agora ele quer dar o troco manchando a reputação da moça.
Mas Lydia não está interessada em romance, principalmente com um homem pervertido feito Mallory. Em seus artigos, ela ataca nobres insen- satos como ele, a quem considera a principal causa dos problemas sociais.
Nesse duelo de vontades, Vere e Lydia se esforçam para provocar a der- rota mais humilhante ao mesmo tempo que lutam contra a atração que o adversário lhe desperta. E, nessa divertida batalha de sedução e malícia, resta saber quem será o primeiro a ceder à tentação.”




A-D-O-R-E-I!!!
Eu tinha gostado do outro livro da autora, O Príncipe dos Canalhas, mas não foi uma leitura que tenha me encantando completamente. Por isso, quando peguei para ler este O Último dos Canalhas estava sem grandes expectativas. Esperava gostar- e só.

Ah, como eu me enganei! O Último dos Canalhas entrou na lista dos TOP 10 deste ano.

Primeiramente, vamos esquecer esta sinopse. O livro não se trata de vingança, pelo menos eu não entendi desse modo. O livro é sobre sedução e, devo dizer, formas de irritar o outro.

Vere Mallory, o duque de Ainswood, é um devasso. Após sucessivas perdas, uma em especial que definiu seu destino, ele simplesmente resolveu viver para o prazer. O aqui e agora. Para ele o título pouca importa e se o ducado morrer com ele, tanto melhor. Seu modo de vida é motivo de comentários e especulações de toda a sociedade londrina. Ele pouco se importa. Nem mesmo se aborrece quando vê suas “aventuras” ilustradas nos jornais.

Em um desses jornais trabalha a jornalista, ou escrevinhadora, Lydia Grenville. Órfã filha de um ator fracassado e uma dama deserdada pela família, Lydia, aos 28 anos, não tem pretensões quanto a se casar. O que ela quer mesmo é continuar o seu trabalho como jornalista e, assim, alertar a sociedade para os problemas como a exploração de menores.

Lydia e Vere não se conhecem a não ser pelos artigos pouco elogiosos que ela faz a respeito do nobre. Bem isso, obviamente, muda. E não do jeito que Vere poderia imaginar. Durante uma discussão na rua, o duque acaba sendo nocauteado por Lydia!

E como era de se imaginar, vira a chacota da vez em toda a Londres.
É então que...

Pára! Pára!

O Último dos Canalhas é uma história tão cheia de momentos e emoções que dizer mais alguma coisa seria uma pena. A autora conseguiu fazer o que poderia se tornar um verdadeiro samba do criolo doido em em algo dinâmico, romântico e, principalmente, coerente.

Eu não poderia dizer que Vere e Lydia são inimigos declarados, mas eles tem um talento todo especial de mexer com outro; mexer no limiar da irritação. O fato é que, por mais irritação que possam sentir, existe também uma certa curiosidade. Lydia poderia muito bem acreditar em todas as fofocas que dizem à respeito de Vere- e muitas delas são verdadeira- mas aos poucos ela começa a perceber uma outra faceta do “canalha”; faceta essa que Vere não quer que os outros descubram. Para ele, é muito melhor que achem que seja um devasso sem coração.

Sem dúvidas Lydia é uma personagem interessante, original. É bom ver uma mocinha que vai além das moçoilas inocentes. Ao contrário de muitas mulheres da época, ela tem uma profissão e é dona de seu próprio corpo. Em alguns momentos eu achei a personagem um pouco chata, orgulhosa demais. Era algo que fazia parte de sua persona mas mesmo assim me incomodou um pouco.

È por isso que, para mim, Vere é o grande personagem. A autora se vale do tradicional “mocinho traumatizado” de uma forma que não fica forçado nem com aquele gosto de clichê requentado. Claro que os acontecimentos moldaram a vida dele, mas a essência de sua personalidade continuou a mesma- e é disso que ele tem medo.

Eu não poderia deixar de destacar os coadjuvantes que ajudam a tornar a história muito mais deliciosa e interessante. Além disso, não posso não mencionar Susan, a mastim temperamental de Lydia. Aquele “monstro” era realmente da pá virada. :P

Como tantos romances românticos, os primeiros encontros de Lydia e Vere são carregados de tensão sexual. Porém, por mais que esse calor seja óbvio, o que é mais interessante de observar é a forma como os dois se relacionam. Meio que sem querer eles acabam se tornando amigos.

Os dois tem química e isso faz com que o desenvolver do relacionamento tenha sido muito mais real- e gostoso- de acompanhar. De uma forma ou outra, sabemos o que irá acontecer no final mas mesmo assim torcemos loucamente por um final feliz.

Lançado originalmente em 1998, o livro não apresenta mais aquele tipo de mocinho típico dos anos 80 e 90 em que beiravam a cafajestada, mas mesmo assim é possível alguns elementos datados daquela época; o principal foi a figura da vilã. Não acho que tenha sido algo necessário e, mesmo que fosse, o tom dado à ela foi inadequado. Por mais que uma determinada cena tenha sido emocionante, a vilã careceu daquela força dramática tão presente em antagonistas. Pra mim, esse foi o único ponto verdadeiramente negativo do livro.

O livro apresentou alguns outros probleminhas pontuais (sim, eles existem)mas em nenhum momento isso atrapalhou o livro como um todo- ou a forma como eu o vi. pensei até em dar 4,5 estrelinhas, mas achei que este canalha merecia nota máxima!

O Último dos canalhas é daqueles livros que a gente lê de uma sentada; com um início bem despretensioso ele vai pouco a pouco tomando toda a nossa atenção. A história de amor é muito bem intercalada por momentos de humor e, principalmente, por críticas à sociedade da época. A autora mostra com clareza, e também delicadeza, que nem tudo era belo e romântico.

Com personagens interessantes e uma história encantadora, O Último dos canalhas me conquistou completamente.

Nem preciso dizer que recomendo,né?

Genten, a resenha ficou enorme! O.o

PS: infelizmente o livro apresenta alguns errinhos de ortografia e gramática. Nada muito escandaloso, mas eles estão lá.

PS 2: Amei a capa!


**Este livro foi gentilmente cedido pela editora**

Série:
Scoundrels não é exatamente uma série, mas sim o conjunto de livros cujas histórias se passam no mesmo período. Contudo, O Último dos canalhas e O príncipe dos Canalhas devem ser lidos na ordem,pois um é (uma espécie de) sequência do outro.

Livro 1- The Lion's Daughter
Livro 2- Captives of the night
Livro 3- O Príncipe dos Canalhas
Livro 3.5-The Mad Earl's Bride
Three Times a Bride
Livro 4-O último dos Canalhas

Título Original: The last hellion
Autor: Loretta Chase
Editora: Arqueiro
Série Scoundrels
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Amor e ódio, jornalistas, humor
Período: Regência. Inglaterra.



Outras Capas


5/5

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sábado, dezembro 05, 2015

[Resenha] Um Lar para Amar - Barbara McMahon

“Quando Zack Morgan descobre que é pai e que seu filho foi encaminhado para a adoção, decide encontrá-lo a todo custo, pois precisa ter certeza de que ele está bem. Para Susan Johnson, sobreviver é uma batalha, mas nem por isso deixa de amar ser a mãe do pequeno Danny. O mundo deles se ilumina quando Zack entra inesperadamente em suas vidas. No entanto, Zack pretende manter-se a distância, pois sabe que encontrou a família de seus sonhos. E Susan, por sua vez, não faz ideia de quem ele realmente é…


Das Coleções da Harlequin, a Baby On Board é (ou era, já que faz algum tempo que não compro nada da editora. Tenho andado decepcionada. Anyways...) uma da minhas favoritas. Tirando raras exceções adoro histórias com crianças e/ou bebês. Bem, Um Lar Para Amar é uma dessas exceções.

A história é simples: Zac Morgan, um milionário (não poderia deixar de ser, né?) descobre que tem um filho, mas que o menino foi encaminhado para a adoção. Susan Johnson é a jovem mulher com problemas financeiros que adotou a criança. O que Zac faz então? Se você disse se aproximou da mãe para alcançar o filho acertou!

Tá, tá. Bem clichê, eu sei. Mas a graça dos livros da baby On Board é que apesar dos clichês faziam a gente suspirar, se emocionar mesmo. Infelizmente isso não acontece aqui. A história é bonitinha e mas apesar da autora ter um modo simpático de escrever, faltou uma lapidação melhor dos personagens. Susan é a “moça pobre batalhadora” de sempre. Não atrapalha mas também não contribui. Zac...bem, pra mim, Zac é o grande problema. Primeiramente acho que foi um erro fazê-lo ser um milionário. Ficou algo muito parecido com todos os Paixões e Jessicas da vida. Porém, o maior problema é que eu não não “senti” que ele a amava. Queria ter sabido mais dos sentimentos dele. Para mim, deu a impressão de que ele apenas gostava não a amava realmente. Isso acabou por deixar o casal sem química, sem aquele “tempero” de emoção que faz a gente torcer pelo final feliz.

No geral, não é um livro ruim, tem alguns momentos fofos , mas deixou um gosto de que poderia ter sido melhor.

Alguém já leu? O que achou?

Título Original: Adopted: Family in a million
Autor: Barbara McMahon
Editora: Harlequin
Coleção: Baby on Board
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Crianças, Milionários
Período: Atual. EUA.
Capa Original:


 
2.5/5

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sexta-feira, dezembro 04, 2015

Sorteio A Cruz de Morrigan: resultado!

Olá!
E a promoção "A Cruz de Morrigan" chegou ao fim! Muito obrigado à todos que participaram!



PARABÉNS, RUDYNALVA! 
Mande seus dados para sweet.lemmon@yahoo.com.br em até 3 dias. Eu enviarei o livro em até 60 dias. Se você não ganhou, não fique triste! Fiquem de blog que vem mais coisa boa por aí!

 bjs!




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