quarta-feira, junho 08, 2022

Lucas- Flavia Cunha (Irmãos Bennett)


“Lucas Bennett é o veterinário sexy e simpático que deixa mulheres suspirando por onde passa. Todas as jovens da pequena cidade sonham em ser a escolhida por ele, um dos solteiros mais cobiçado de Springville... E toda a cidade fica mais do que surpresa com a sua escolha. Summer Martin é professora. A tímida filha do pastor de Springville parece não acreditar quando Lucas Bennett se mostra interessado por ela, afinal com tanta garota sexy na cidade por que ele olharia duas vezes para ela?”

Levemente decepcionada.

 Lucas Bennett sempre foi meu irmão Bennett favorito e eu gostava muito da Summer e por isso estava com as expectativas lá em cima em relação à história deles. 

 Mas sabem o que dizem sobre expectativas, né. Pois é.

 Infelizmente achei os dois uns chatos. Fazendo drama por bobagem. Sei lá, faltou carisma, alguma coisa.
 Eu fiquei mais interessada nas histórias paralelas do que no romance principal. E sabe, isso que salvou a leitura. 

Todo o universo “Springville” é maravilhoso e tudo o que o envolve causa um certo frisson na gente. David Bennett, é só mais coadjuvante aqui, mas como não se apaixonar por ele novamente?! 
Sim, Lucas, você me desculpa, mas o David tomou o seu lugar no meu coração. hehehe

Enfim, a leitura é leve e despretensiosa. Bem gostosinha mesmo. Tenho certeza que muitos vão amar. Eu só esperava mais do casal principal. 

De qualquer forma, vale pena dar uma conferida!

Disponível na AMAZON
 
Título Original: Lucas
Autor: Flavia Cunha
Série: Irmãos Bennett- livro 3
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Cowboys, romance nacional
Período: Atual. EUA.
3/5



 
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terça-feira, março 08, 2022

Uma Vida- Guy de Maupassant.

 

“1819. Jeanne deixa o convento onde passou a adolescência para voltar a viver na companhia dos pais, em um castelo na região da Normandia, França. Inocente e cheia de sonhos, Jeanne aguarda com fervor o dia em que se casará e idealiza toda uma vida de felicidade naquele castelo. Porém, a realidade pode ser diferente do sonho.”

Quando o felizes para sempre nem sempre é tão feliz assim.

Uma vida , clássico da literatura francesa, é um romance realista que conta a história de Jeanne , um jovem que passou a maior parte da vida estudando em um convento e que, após terminar os estudos, volta para casa dos pais. Sonhadora e extremanete ingênua, Jeanne sonha com uma vida de conto-de-fadas, com uma paixão avassaladora e inesquecível. Esse desejo parece que será concretizado quando conhece o nobre Julian. Encantada com a beleza (e boa conversa!) do rapaz, a jovem casa-se com aquele quase estranho, imaginando uma vida de eternas alegrias.

Porém, a vida real será um pouco diferente. Já na lua de mel, julian começa a se mostrar um pouco diferente daquele príncipe encantado imaginado.

Uma Vida fala justamente da vida dessa jovem que se vê presa num casamento sem perpectivas. A paixão inicial logo se esgota e há muito pouco amor sobrando (se é que houve algum). Mimada por seus pais, Jeanne percebe a sua posição inferior como mulher numa sociedade machista e religiosa. 
Para o marido, ela nada mais que é a mulher cujo pai lhe deu um bom dote. 

Ao narrar a história de Jeanne, o autor vai nos mostrando a crueldade da vida familiar e a hipocrisia dos "defensores da moral e dos bons costumes", a Igreja que deveria acolher é a primeira a julgar. A história também se apresenta como uma crítica à essas paixões desenfreadas , onde busca do amor ideal parece cegar o apaixonado(a). 
Uma espécie de contraponto é justamente o pai de Jeanne, um nobre crítico de seu tempo, mas, apesar de seus privilégios, sabe que há muito coisa que não pode mudar.

"A vida não é nem tão boa nem tão má como as pessoas julgam"


Eu me supreendi positivamente com o livro. Com uma escrita fácil e desenvolta, Uma Vida prende a atenção e nos leva a uma cenário que eu poderia chamar de "Lado B" dos romances de Época. Os personagens são muito bem desenvolvidos e as críticas sociais perfeitamente inseridas na trama. 





Vale muito a pena a leitura!

(Existe um filme francês chamado "A Vida de Uma Mulher" baseado no livro. Já assisti e gostei muito. Tem no Prime Video)








A edição que é li é da Nova Cultural, mas tem uma edição nova da Editora Lebooks. 
Título Original: Une Vie
Autor: Guy de Maupassant
Editora: 
Gênero: Romance
Sub-Gênero/Assunto: Romance Histórico, Clássico
Período: Séc. 19. França.
4/5

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quinta-feira, dezembro 23, 2021

#Resenha Aqueça o meu Coração - Flávia Cunha


“Desde que Mairi conversou a primeira vez com o viúvo Cole Bradford por telefone, soube que ele seria importante em sua vida. Agora que o conheceu pessoalmente, está completamente apaixonada por ele e por seu filho, o pequeno Josh. Cole Bradford também se apaixonou por Mairi. Porém, o fato de ser um viúvo com um filho pequeno pesa em sua decisão de se envolver a mulher tão mais jovem que ele. Como ignorar a diferença de idade e todas as pessoas contra esse relacionamento?”


 


 Um romance quentinho pra aquecer o coração. 

 O que eu vou dizer pode até parecer clichê ou lugar comum- e talvez seja mesmo!- mas sabe aquele tipo de leitura que parece que te abraça? 

 É o caso de Aqueça o Meu Coração. A história de um viúvo com filho pequeno que se apaixona por uma jovem mais nova não é exatamente das mais originais. Porém, Mairi e Cole cativam do início ao fim. A gente sabe qual vai ser o final, mas é tão bom ver essa “caminhada”. E sabe, os dois têm química e isso faz MUITA diferença em uma história de amor. 

 Gostei muito, também, que não nos foi forçado um vilão maquiavélico e sem coração. Claro, acontecem alguns percalços para o “Felizes Para Sempre”, mas eles servem mais para movimentar a história do que pra fazer a gente sentir raiva; é como se a vida em si colocasse algumas pedrinhas no caminho.

 Eu só tenho duas críticas a respeito do livro: poderia ser maior e achei a Mairi muito “adulta” para a idade. Mas foram apenas detalhes. A história é uma graça. Super leve e divertida. 

 Claro que recomendo!








  4/5
Título Original: Aqueça o meu coração
Autor: Flavia Cunha
Editora:
Coleção:Springville
Série:
Gênero: Romance
Sub-Gênero/Assunto: Romance Contemporâneo
Período: EUA. Atual.


Títulos da Autora

Série Amor Eterno
Elisabeth (2008)
Corações em Jogo (2008)
Sempre te Amei (2009)
Diamante Negro (2010)
Apostando no Amor (2018)

Trilogia Irmãos Angelis
Anjo da Sorte (2007)
Anjo da Esperança (2007)
Anjo da Tentação (2007)

Clube do Buquê
Núpcias dos Sonhos (2010)
Bodas por Interesse (2011)
Não Quero Casar! (2012)

Trilogia Irmãos Bennett
Jacob (2011)
David (2012)
Lucas (2013)

Trilogia A Espera de um Anjo
Um Anjo ao Anoitecer (Não publicado)


Duologia Irmãos Baker
Segunda Chance para o Amor (2017)
Um Milagre Chamado Amor (não publicado)

Série Lobos de Springville
Protegida pelo Lobo (2017)
Encantada pelo Lobo (Não publicado)

Títulos únicos
A lista de Desejos de Gabriela (2016)
Aventuras & Travessuras (2017)
Escrevi um livro...e agora? (2017)
Meu pé de Chuva (2019)
Aqueça o meu Coração (2019)


Série Four Up (Short Stories)
Depois da meia-noite (2016)
Uma noite de amor (2016)


Antologia Romances em Contos
Marcy (2013)
Máscaras (2014)
Um pedido de Natal (2016)
Um presente inesperado (2017)

Contos

Série Muito Prazer
Díspa-me (2013)
Amarre-me (2014)
Deseje-me (2014)
Pegue-me (2014)
Excíta-me (2015)


Outros Contos
Meu Amante Vampiro (2012)
Volta pra mim (2013)


Série Bastardos & Honrados (Short Stories)
Tão verdadeiramente minha (2020)










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terça-feira, novembro 02, 2021

#Resenha O Chamado de Cthulhu - HP Lovecraft


O Chamado de Cthulhu é um conto do norte-americano H.P. Lovecraft que logo se tornou um clássico do terror. Foi escrito em 1926 e publicado pela primeira vez na revista estadunidense Weird Tales em fevereiro de 1928. 
Cthulhu é um deus que nas primeiras páginas do conto aparece como um ídolo de argila quase indescritível, possuindo um culto multimilenar dedicado a trazê-lo de volta, o seu retorno desencadearia o fim da humanidade.













Não sei muito bem o que dizer sobre O Chamado de Cthulhu . Por um lado, achei uma leitura diferente, bem interessante. Por outro, teve momentos cansativos e “sem rumo”.

O livro contém uma série de (não tão pequenos) contos que têm como principal mote o terror e seres alienígenas. H.P. Lovecraft é um dos precursores, se não “O” precursor da ficção científica de horror. Todo o universo criado por ele (o nome da cidade de Arkham) apareceria em muitas outras obras, como Batman, por exemplo.

Porém apesar de ter criado um universo e seres monstruosos (estamos falando do início do séc.20), a narrativa se repete em praticamente em todos os contos. Em diversos momentos, senti como se estivesse lendo a mesma história repetidamente, apenas com alguns elementos diferentes. Tudo muito igual e, pior, sem continuidade. Foi como se o autor tivesse usado toda a sua criatividade para criar os universos mas não para finalizá-los.

Os contos Os Ratos nas Paredes e Os Gatos de Ulthar são as grandes exceções. Bem mais curtos que os outros contos, essas duas histórias saem do lugar comum do “monstro alienígena ataca”. São duas pequenas histórias de horror (especialmente Os Ratos nas Paredes) que prendem a atenção do início ao fim; simples e diretos, mas extremamente perturbadores.

No todo, achei O Chamado de Cthulhu uma leitura irregular mas, mesmo assim, interessante. Os fãs de sci-fi de horror devem curtir.




Título Original: The Call of Cthulhu and Other Weird Stories
Autor: H.P. Lovecraft
Editora: Principis
Gênero: Terror
Sub-Gênero/Assunto: Contos, Ficção Científica
Período: Primeira metade do Séc. 20



3/5
 
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terça-feira, maio 11, 2021

[RESENHA] David- Flávia Cunha



David Bennett já foi um ás do rodeio e agora era um excelente treinador de cavalos no rancho da família. 

David se negava a falar sobre o passado e as coisas que havia deixado para trás, mas o destino tinha outros planos. 

 Mary Cardwell veio a procura de seu passado e de um homem chamado David. Porém, quando finalmente o encontrou foi tomada pelo pânico. 

E se David não quisesse vê-la? E se ele não se importasse com o seus motivos para procurá-lo? Quão difícil seria laçar esse cowboy?




Ah, esses cowboys! 

Segundo livro da Trilogia Irmãos Bennett, David fala sobre amor, superação e reencontro da felicidade.  

David e Mary tiveram o que pode se chamar de Paixão Fulminante. Um encontro ao acaso, uma troca de olhares, uma noite (noites!) de sexo maravilhosos. Foi aquele tipo de encontro que poderia ter sido facilmente descrito como algo do momento, passageiro. Aqueles casos de desejo avassalador mas que logo se dissolve no ar, deixando apenas uma lembrança boa. 

À primeira vista,  os dois, vindos de mundos diferentes (Ele, o cowboy herói dos rodeios, e ela, uma jovem tímida, quase ingênua demais) pareciam não ter nada em comum e o sexo tinha sido apenas isso: sexo. Uma semana de paixão. Porém, com David e Mary não foi assim. Os dois sabiam que tinha sido muito mais que isso. A Paixão era amor. Todavia, como todo bom romance que se prese, o destino resolveu brincar e Mary sofre um terrível acidente.

Destruído pela dor da perda daquele amor tão breve mas tão forte, David tenta seguir em frente. Mais eis que ele, o menino Destino, resolve atacar novamente e Mary reaparece. E ela não está só. A jovem carrega nos braços uma linda bebêzinha.
E agora?

Ah, existe a felicidade do reencontro, mas também são tantas perguntas que precisam ser respondidas! 

Mesclando muito bem o drama do presente com flashbacks dos momentos de paixão, o livro prende o leitor com uma história sensual mas também extremamente sentimental. Pequenos detalhes vão sendo incorporados ao drama, o que torna tudo mais interessante. 

O livro tem muitos momentos especiais, mas o que mais me encantou na leitura foi a forma como a personalidade de David, o cowboy aparentemente machão , vai se desenvolvendo no decorrer da trama. è lindo ver o amor dele por Mary e sua relação com a pequenina Lily. São pequenos momentos cheios de amor e afeição que , desculpem o clichê, mas aquecem por demais o coração. 

David tem uma mistura perfeita de romance, momentos hot e fofos, drama e , claro, um cowboy muito do gostoso simpático!

Tá afim de um romance leve e despretencioso que vai te fazer suspirar e esquecer dos problemas por alguns momentos? David é mais do que indicado!

Título Original: David
Autor: Flavia Cunha
Editora: Independente
Série Irmãos Bennett
Gênero: Romance
Sub-Gênero/Assunto: Cowboys, Romance Contemporâneo, Amnésia, Reencontro, Crianças , HOT
Período: EUA. Atual

4/5






TRILOGIA IRMÃOS BENNETT:

2- DAVID
3-LUCAS




COMPRE NA AMAZON

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domingo, março 28, 2021

#RESENHA Tarzan- Edgar Rice Burroughs

  • “Nascido na floresta, órfão com apenas um ano de idade, o pequeno lorde Greystoke é adotado e criado por uma antropoide, que o transforma em Tarzan - o homem-macaco, ágil, forte, poderoso guerreiro, líder de seu bando e rei da selva. Mas tendo contato com a espécie humana, sobretudo com membros de uma expedição americana, dentre eles a bela Jane, o herói se transforma. Será que o amor e suas origens como lorde Greystoke irão sobrepujar uma vida inteira como Tarzan? Pode um homem selvagem resistir ao chamado da floresta?”

Quanto tempo, não é mesmo? Não sei quanto à vocês, mas essa pandemia está afetando demais s minhas leituras. 



Eu simplesmente não consigo me concentrar. O que seria uma leitura rápida de, no máximo, 1 ou 2 dias, tem levado semanas. E foi justamente esse o caso de Tarzan. Uma história que, em condições normais de temperatura e pressão, eu teria lido de uma sentada só. Pois bem, acho que praticamente todo mundo conhece a história de Tarzan, o lorde inglês criado por macacos e sua amada Jane. 

 Primeiro livro de uma série, Tarzan conta a origem do “herói” e seu primeiro encontro com Jane. Escrevendo de forma simples e bem popular, o autor mostra um protagonista quase super-humano, capaz das maiores façanhas; desde habilidades extraordinárias para a caça e luta quanto incrível inteligência intelectual (ele aprende a ler e escrever sozinho!). 

 O modo como tudo é descrito e apresentado me lembrou dos chamados “romances de banca”. E não só como Tarzan é descrito (lindo, inteligente e forte!), mas também no encontro dele com Jane.

 Confesso que, em certos momentos, tive vontade de rir com a paixão avassaladora ali presente. 

 Vale também ressaltar a incrível edição da Zahar: cheia de ilustrações, notas da edição interessantíssimas e uma introdução que coloca toda a obra em contexto. Só esses “ a mais” já valem a leitura. 

Tarzan é uma aventura divertida e envolvente. Lendo com olhos dos século XXI, podemos ver vários problemas de caracterização e preconceito. Principalmente no que se dizia respeito aos nativos negros e a suposta “ superioridade” branca. São passagens que devem ser lidas com olhar crítico, levando em conta o momento em foram escritas, mas que não devem ser repetidas. 

Título Original: Tarzan of the apes
Autor: Edgar Rice Burroughs. Ilustracões de Hal Foster
Editora: Zahar Coleção: Clássicos Zahar
Série Tarzan Gênero: Aventura
Sub-Gênero/Assunto: Romance,
Período: Africa, EUA, Inglaterra. Séc 19







 Vale a Pena a Leitura!


  3.5/5
 

terça-feira, janeiro 05, 2021

Bridgerton, a série. #Netflix


Após um longo e tenebroso inverno período, estou de volta. Ainda devagarzinho, mas voltando.

E pra (re)iniciar, nada melhor que um bom romance de época, né. A série Bridgerton é a sensação do momento. De modo geral, eu gostei bastante, mas tenho algumas ressalvas.

A 1ª coisa para se aproveitar melhor a série é se esquecer dos livros. Ou pelo menos em parte. São duas mídias diferentes- e uma adaptação audiovisual nunca será igual ao produto original.




*Confesso que, de início, achei estranho o elenco multirracial, mas foi algo momentâneo. A pluralidade sempre faz bem. Sem contar, que estudos históricos apontam que a Rainha Carlota (ou Charlotte) tinha ascendência africana. Eu apenas não gostei da atriz. Aquela cara de que sempre estava de mau humor ou que algo estava fedendo me irritou. Não sei se era pra ser engraçado, mas não curti.

*Falando em elenco, no geral, achei os atores okay. Ninguém extraordinário mas também comprometeu o resultado final. Só não achei ninguém lindo de morrer. O Duque é extremamente sexy, mas o resto achei bem bleh.  Nenhuma beleza inconteste como descrito nos livros.

* Esperava uma Lady Danbury diferente. Achei a atriz muito jovem e nada daquilo que eu estava esperando. Faltou humor à personagem.

*Aliás, Humor é algo que eu senti falta na série. Uma das coisas que eu mais gosto nos livros da Julia Quinn é justamente o humor, a ironia fina.

*Eloise tá a cara da Bernadete de Chocolate com Pimenta.

* Se o Duque é o mais sexy, Penélope é a melhor personagem. E Marina, de longe, a pior.

*Aliás, por que enfiaram essa Marina na história? É a mudança mais evidente em relação ao livro e só serviu pra passar raiva. Além de uma sonsa, insuportável, mudou totalmente a personalidade do Colin.

*Adorei a cumplicidade de Eloise e Benedict (mais até do que Eloise e Penélope) e espero que não inventem moda em relação à ele. Acho o máximo ter um personagem LGBT+ em uma história de época, mas ele já tem dona!

* Esperava mais da "conversa" entre Daphne e Violet. No livro, a cena é hilária. Na série, passou batida. Nem emocionante foi.

*No inicio,  não estava gostando muito do Anthony mas com o passar dos episódios, ele foi me conquistando. Acho que foi o personagem que mais cresceu.

*E o que era aquela franja da Daphne? Ela cortou sozinha? Sem contar que estava torcendo mais pro Príncipe do que pro Duque. 

Ah, e episódios de quase 1 hora de duração... pra quê?!

Bridgerton é um grande romance água-com-açúcar e é ótimo no que se propõe. Diverte, distrai e emociona. 

Não é uma série perfeita, mas já estou na torcida por novas  temporadas!

(Ah, e não gostei que revelaram *o* segredo logo de cara.)





NOTA: 8/10




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