quarta-feira, abril 19, 2017

[Resenha] Irmãos de Sangue - Nora Roberts


“A misteriosa Pedra Pagã sempre foi um local proibido na floresta Hawkins. Por isso mesmo, é o lugar ideal para três garotos de 10 anos acamparem escondidos e firmarem um pacto de irmandade. O que Caleb, Fox e Gage não imaginavam é que ganhariam poderes sobrenaturais e libertariam uma força demoníaca.

Desde então, a cada sete anos, a partir do sétimo dia do sétimo mês, acontecimentos estranhos ocorrem em Hawkins Hollow. No período de uma semana, famílias são destruídas e amigos se voltam uns contra os outros em meio a um inferno na Terra.

Vinte e um anos depois do pacto, a repórter Quinn Black chega à cidade para pesquisar sobre o estranho fenômeno e, com sua aguçada sensibilidade, logo sente o mal que vive ali. À medida que o tempo passa,

Caleb e ela veem seus destinos se unirem por um desejo incontrolável enquanto percebem a agitação das trevas crescer com o potencial de destruir a cidade.

Em Irmãos de Sangue, Nora Roberts mostra uma nova faceta como escritora, dando início a uma trilogia arrebatadora em que o amor é a força necessária para vencer os sombrios obstáculos de um lugar dominado pelo mal.”



Nora, Nora,Nora...

Quando eu comecei a ler Irmãos de Sangue, eu pensei, “Ih, a Nora tá se repetindo. Isso aqui parece tanto com a Bruxa da Noite!. Bem, o início parecia mesmo. Um lugar ermo, séculos atrás, o bem contra o mal... porém, Dona Nora ao invés de fazer um cópia do que já foi feito, construiu uma história extremamente bem desenvolvida e, melhor do que tudo, envolvente. Divertida.

O livro é o primeiro de uma trilogia cujos personagens principais são três amigos:Cal, Fox e Gage.Esse não tão pequeno detalhe já me ganhou: os principais são homens e,pelo menos neste livro,a maior parte da narrativa é feita pelo ponto de vista masculino.
Adoro isso!

Sim,sim,sim...o romance está presente. Isto é Nora,né? E o amor é parte fundamental nesta história sobre três amigos que precisam derrotar um mal terrível.

Caleb ´Cal’ Hawkins é o bonzinho, o filho perfeito, o querido da cidade- e que é capaz de tudo para acabar com a maldição que ele e seus dois melhores amigos acabaram por lançar, inadvertidamente sobre sua cidade quando tinham 10 anos. Quinn Black é uma escritora especialista em fenômenos paranormais.

Não direi mais nada.

É melhor assim,não acham?

Até porque já sabemos que eles serão um casal.Não que eu tenha me empolgado muito com isso. Adorei Cal. Mas Quinn? Me irritou. De verdade. Parece uma matraca falando. O fato é que eu acabei achando o casal meio sem sal.

Na verdade, o que me atraiu no livro foi a trama em si. Adorei o modo como a autora foi intercalando os elementos e pouco a pouco mostrando a importância do0s personagens e suas verdadeiras missões. No fundo, analisando friamente, Irmãos de Sangue é uma fantasia sem grandes novidades mas que prende a nossa atenção desde as primeiras linhas. A maravilha está na aparente simplicidade.

O livro é apenas a primeira parte de uma aventura que tem tudo para ser incrível.

Boa Viagem!

Claro que recomendo!


Série:

Livro 1-Irmãos de sangue
Livro 2- A Maldição de Hollow
Livro 3-A Pedra Pagã

Título Original: Blood Brothers
Autor: Nora Roberts
Editora: Arqueiro
Série A Sina do Sete- Livro 1
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: fantasia, paranormal, amizade
Período: Atual. EUA


4/5

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quarta-feira, abril 12, 2017

#Lançamento Boneco de Pano


Estou louca para ler esse livro. Eu amo um romance policial!


(Para acessar o hotsite é só clicar na imagem!)

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segunda-feira, abril 10, 2017

[Resenha] O Ar Que Ele Respira - Brittainy C. Cherry


“Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás daquele ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth procura se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.”



Que história triste.

Que livro lindo!

Um ano após a trágica morte do marido,Elizabeth deixa a casa da mãe, onde ficou para “lamber as feridas” e, com a filha pequena, volta para sua cidade. Ela quer finalmente seguir em frente. Ou pelo menos, tentar.

É nesta tentativa de recomeço que ela conhece Tristan, um homem amargurado, odiado pela cidade e que parece ter sentimentos somente para o seu cachorro, Zeus.

(Pausa para dizer que o Zeus é um fofo! E a filhinha da Elizabeth também.)

Elizabeth e Tristan são duas almas quebradas que acabam encontrando um no outro, uma espécie de conforto.

O Ar Que Ele Respira fala sobre perda, dor e a dificuldade de seguir em frente. Estranhos no início, Elizabeth e Tristan passam a usar o sexo como fórmula de escape e uma tentativa de esquecimento- porém a dor continua lá, forte. É claro que a partir de um certo momneto, a relação entre eles deixa de ser somente sexual.

Eu gostei muito como a autora desenvolveu o casal e o relacionamento entre eles. Os dois são sentimentais e ao mesmo tempo que muitas vezes o sexo é quase raivoso, é impossível não perceber a amizade nascendo. Foi interessante ver um herói que não esconde sentimentos.

O livro é lindo, cheio de passagens lindas e muitas vezes dolorosas. O problema, a meu ver, a inclusão de um vilão na trama. Foi desnecessário;um elemento que não acrescentou em nada (apesar do final ter sido emocionante, eu admito!) Particularmente, preferiria que os únicos vilões a serem combatidos tivessem sido eles mesmos.

De qualquer forma, O Ar Que Ele Respira foi uma leitura maravilhosa, que me fez rir e me emocionar. Com uma escrita fluida, a autora soube muito bem mexer com os sentimentos.

Ah,como soube!

Claro que recomendo!

***O livro faz parte da série Elements. São livros independentes que tem em comum um Elemento da natureza.***


Título Original: The air he breathes
Autor: Brittainy C. Cherry
Editora: Record
Série Elements-Livro 1
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Drama, viúva, crianças, segunda chance
Período: Atual. EUA
Outra Capa:


4.5/5
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quinta-feira, abril 06, 2017

Lançamentos de Abril: Arqueiro

Olá! A Arqueiro tem ótimos lançamentos vindo por aí em Abril. Que tal dar uma olhadinha?


Dois a Dois.Com uma carreira bem-sucedida, uma linda esposa e uma adorável filha de 6 anos, Russell Green tem uma vida de dar inveja. Ele está tão certo de que essa paz reinará para sempre que não percebe quando a situação começa a sair dos trilhos.
Em questão de meses, Russ perde o emprego e a confiança da esposa, que se afasta dele e se vê obrigada a voltar a trabalhar. Precisando lutar para se adaptar a uma nova realidade, ele se desdobra para cuidar da filhinha, London, e começa a reinventar a vida profissional e afetiva – e a se abrir para antigas e novas emoções.
Lançando-se nesse universo desconhecido, Russ embarca com London numa jornada ao mesmo tempo assustadora e gratificante, que testará suas habilidades e seu equilíbrio emocional além do que ele poderia ter imaginado.
Em Dois a dois, Nicholas Sparks conta a história de um homem que precisa se redescobrir e buscar qualidades que nem desconfiava possuir para lutar pelo que é mais importante na vida: aqueles que amamos.

Um Menino em Um Milhão. Quinn Porter é um guitarrista de meia-idade que nunca conseguiu deslanchar na carreira. Enquanto aguardava sua grande chance na música, foi um marido e pai ausente, e jamais conseguiu estabelecer um vínculo afetivo com o filho, uma criança obcecada pelo Livro dos Recordes e algumas peculiares coleções.
Quando o menino morre inesperadamente, alguém precisa substituí-lo em sua tarefa de escoteiro: as visitas semanais à astuta Ona Vitkus, uma centenária imigrante lituana.
Quinn assume então o compromisso do filho durante os sete sábados seguintes e tenta ajudar Ona a obter o recorde de Motorista Habilitada Mais Velha. Através do convívio com a idosa, ele descobre aos poucos o filho que nunca conheceu, um menino generoso, sempre disposto a escutar e transformar a vida da sua inusitada amiga. Juntos, os dois encontrarão na amizade uma nova razão para viver.
Um Menino em Um Milhão é um livro sensível, poético e bem-humorado, formado por corações partidos e aparentemente sem cura, mas unidos por um elo de impressionante devoção pessoal.

À Margem das Sombras. O jogo parece perdido para a cidade de Cenária.
O golpe impiedoso de Garoth Ursuul, o Deus-rei, foi bem-sucedido. Agora ele domina a cidade, enquanto os invasores de Khalidor massacram habitantes e destroem casas, lojas e esperanças. O antigo governo da cidade foi subjugado e seu líder, substituído.
A magia do Deus-rei é poderosa demais para ser controlada e sua influência se expande até os círculos mais nobres da cidade. As únicas chances de vitória nessa guerra injusta são o honrado Logan Gyre e o derramador Kylar Stern, o Anjo da Noite. Contudo, enquanto o primeiro está enclausurado na mais terrível prisão do reino, o segundo abandonou o caminho da espada e, em nome de Elene, seu grande amor, jurou nunca mais matar.
A resistência agora se resume a ladrões, comerciantes pobres e prostitutas. Mas talvez isso mude muito em breve. Ao descobrir que Logan está vivo, Kylar pode abrir mão da paz que encontrou na nova família e arriscar tudo para retornar ao caminho das sombras.



Boneco de Pano.O polêmico detetive William Fawkes, conhecido como Wolf, acaba de voltar à ativa depois de meses em tratamento psicológico por conta de uma tentativa de agressão. Ansioso por um caso importante, ele acredita que está diante da grande chance de sua carreira quando Emily Baxter, sua amiga e ex-parceira de trabalho, pede a sua ajuda na investigação de um assassinato. O cadáver é composto por partes do corpo de seis pessoas, costuradas de forma a imitar um boneco de pano.
Enquanto Wolf tenta identificar as vítimas, sua ex-mulher, a repórter Andrea Hall, recebe de uma fonte anônima fotografias da cena do crime, além de uma lista com o nome de seis pessoas – e as datas em que o assassino pretende matar cada uma delas para montar o próximo boneco. O último nome na lista é o de Wolf.
Agora, para salvar a vida do amigo, Emily precisa lutar contra o tempo para descobrir o que conecta as vítimas antes que o criminoso ataque novamente. Ao mesmo tempo, a sentença de morte com data marcada desperta as memórias mais sombrias de Wolf, e o detetive teme que os assassinatos tenham mais a ver com ele – e com seu passado – do que qualquer um possa imaginar.
Com protagonistas imperfeitos, carismáticos e únicos, aliados a um ritmo veloz e uma deliciosa pitada de humor negro, Boneco de Pano é o que há de mais promissor na literatura policial contemporânea.

Ligeiramente Perigosos.Aos 35 anos, Wulfric Bedwyn, o recluso e frio duque de Bewcastle, está ávido por encontrar uma nova amante. Quando chega a Londres, os boatos que correm são os de que ele é tão reservado que nem a maior beldade seria capaz de capturar sua atenção.
Durante o evento social mais badalado da temporada, uma dama desperta seu interesse: a única que não tinha essa intenção. Christine é impulsiva, independente e altiva – uma mulher totalmente inadequada para se tornar a companheira de um duque. Ao mesmo tempo, é linda e muito, muito atraente.
Mas ela rejeita os galanteios de todos os pretendentes, pois ainda sofre para superar as circunstâncias pavorosas da perda do marido. No entanto, quando o lobo solitário do clã Bedwyn jura seduzi-la, alguma coisa estranha e maravilhosa acontece. Enquanto a atração dela pelo sisudo duque começa a se revelar irresistível, Wulfric descobre que, ao contrário do que sempre pensou, pode ser capaz de deixar o coração ditar o rumo de sua vida.
Em Ligeiramente Perigosos, o sexto e último livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh conclui a saga desta encantadora família em uma trama repleta de cenas sensuais, tiradas espirituosas e personagens à frente de seu tempo. Ao unir um homem e uma mulher tão diferentes, ela mostra que o resultado só poderia ser um par perfeito.

segunda-feira, abril 03, 2017

[Resenha] Jacob- Flávia Cunha


“Jacob é o mais velho dos Irmãos Bennett. Depois da morte dos pais, ele se viu responsável por seus três irmãos: David, Lucas e a pequena Kate. Esse cowboy mandão vai ser laçado de maneira irreversível ao conhecer a doutora Lacey Michels. Lacey não estava preparada para os sentimentos que Jacob lhe despertou, mas não estava disposta a abrir mão deles. E quando Lacey Michels queria algo com afinco, ela lutava com todas as suas forças para conseguir...”


Romance gracinha!

Se tem uma coisa que eu tenho saudades, é de ler mais romances de banca. Com o fim da Nova Cultural e o acesso cada vez mais difícil aos títulos da Harlequin (sem contar que faz tempo que não publicam algo que eu tenha me interessado) comecei a me sentir um pouco orfã desse “gênero”. É por isso que eu encaro com alegria os livros da queridíssima Flavia Cunha.
Pra mim, seus livros são como aqueles romances de banca que eu tanto gostava de ler: divertidos, sensuais e muito românticos.

Jacob, o primeiro livro da Trilogia Irmãos Bennett,é mais uma prova disso. Com um ar “Palmeriano”, o livro conta a história de amor entre um cowboy “macho-alfa”, Jacob e uma jovem médica ingênua,Lacey. De início, o romance não apresenta muitas novidades para quem leu algo do gênero. Isso não quer dizer que seja menos divertido. Jacob é um macho beeem interessante e Lacey, apesar de um pouco ingênua demais, não compromete.
Porém, é a partir de um determinado momento na trama que tudo muda. Sem detalhes aqui, mas a autora se utiliza de “clichê” (se é que podemos chamar assim) dramático que, particularmente eu adoro. É o meu sangue latino em ebulição! Fazia tempo que eu não lia nada com esse tema e devo dizer que adorei! Emoção e romance!

O livro é uma graça, de leitura rápida e leve. Eu apenas achei que tudo acontece rápido demais e isso acaba por atrapalhar um pouco o desenvolver dos personagens.

De qualquer forma, se você gosta de um romance bem romântico e com um bela pitada de melodrama, Jacob é uma leitura mais do que indicada!

;)


Título Original: Jacob
Autor: Flavia Cunha
Editora: Independente
Série Irmãos Bennett-Livro 1
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Cowboys, Amor Proibido, Romance nacional
Período: Atual. EUA

3.5/5
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terça-feira, março 28, 2017

[Resenha] A Rainha das Trevas- Anne Bishop


“Jaenelle Angelline é a feiticeira da profecia e rainha de Ebon Askavi. Agora, o reino das sombras está sob sua proteção. No entanto, membros corruptos dos Sangue continuam à espreita e, em um jogo perverso de política e intriga, pretendem destruir todos aqueles que ficaram do seu lado. Enquanto isso, depois de ter escapado da loucura do reino distorcido, Daemon Sadi finalmente chega a Kaeleer, onde o destino o levará a se reencontrar com Lucivar, Saetan... e Jaenelle. Mesmo após tanto tempo, seu amor continua inabalável. E, sendo consorte prometido da rainha, o poder de sua joia estará a serviço dela, caso Jaenelle assim o deseje. Entretanto, isso pode não ser suficiente para evitar o terrível plano que está prestes a ser executado. Uma guerra está a caminho. E, quando ela chegar, apenas um grande sacrifício poderá salvar o reino.”

Um ótimo final de trilogia.

Esta resenha não contém spoilers dos livros anteriores. Hum, talvez um pouquinho, mas nada muito grande, eu juro!

Depois de um segundo livro que deixou um pouco a desejar, Anne Bishop fecha com (quase total) maestria a série Jóias Negras. Jaenelle já é uma adulta.Rainha e Feiticeira. Daemon veste o anel de consorte. Estão todos finalmente vivendo seus “felizes para sempre?”.
Muito pelo contrário.
Passado alguns anos após o final do livro 2, A Rainha das Trevas inicia já mostrando que a paz é apenas ilusória. Querem a guera, querem derrotar a nova Rainha. E ao mesmo tempo que Jaenelle precisa lidar com uma guerra iminente, ela também precisa entender sua relação com Daemon. De alguma forma, salvá-la, antes que seja tarde de mais. Os traumas pelos quais os dois passaram foram fortes e horríveis demais- e o medo de machucar, acabou por separar os dois.

Ah, que livro!

Não vou mentir, o começo é um pouco chatinho; muiyto voltado para a parte política da história e como já fazia um tempinho que tinha lido o último livro, demorei um pouco para me situar, me lembrar completamnete dos personagens e daquele fantástico. Porém, quando finalmente surgiram Saetan, Lucivar e Daemon eu me lembrei como- e porquê- eu adorava tanto essa série.

E seus personagens.

Sim, porque é impossível não se apaixonar pelo trio que eu mencionei. Os parentes. Surreal. Presas Cinzas. Até mesmo os vilões (apesar de asquerosos) tinham o seu charme.

Como eu mencionei, o início é um pouco tedioso, mas com o desenvolver da leitura, percebemos que foi totalmente necessário. Usando uma palavra muito usada na história, a autora tece várias histórias que vão se convergindo em uma só. Tudo se caminha para um fim.
Mas não pense que o livro é só sobre batalhas e guerras, o amor está presente sim. O amor fraternal e, claro, amor de Daemon e Jaenelle. É um amor forte, por vezes sofrido, nos qual, os dois não sabem lidar direito. Não há nada de melodramático aqui, mas senti um aperto no coração pelo Daemon diversas vezes.

Em um primeiro momento, A rainha das trevas parece uma leitura pesada, mas essa sensação logo se dissipa com o desenrolar da história. A autora soube mesclar muito bem as questões políticas e as relações amorosas-familiares. Além disso, um humor quase involuntário por parte de alguns personagens (como Surreal, por exemplo) deu uma leveza essencial à trama e andamento do leitura.

A rainha das Trevas é um leitura única e surpreendente, um final quase perfeito (faltou um epílogo!) para uma série fantástica que, pode causar alguma estranheza no início mas que vale muito a pena ser conhecida- e lida!

Recomendo!

A trilogia principal se encerra aqui, mas a série continua. Acho que a Arqueiro não irá publicar os outros livros, mas penso que seria interessante se eles publicassem nem que fosse só em ebook. #Ficaadica



Série:
Livro 1- A Filha do Sangue
Livro 2- A Herdeira das sombras-
Livro 3- A Rainha das Trevas

*** A autora ainda escreveu uma série de novellas/pequenas histórias ambientadas no mesmo universo de A Filha do Sangue. A lista completa completa pode ser vista AQUI



Título Original: Queen of the darkness
Autor: Anne Bishop
Editora: Arqueiro
Série As Joias Negras- Livro 3
Gênero: Fantasia
Sub-Gênero/Assunto: Aventura
Período: Indefinido (há muuuito tempo atrás?).
Outra Capa:


4.5/5
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sexta-feira, março 24, 2017

Papo de Cinema: A Bela e Fera, o filme


Quarta-feira passada, eu fui assistir A Bela e a Fera, versão live-action do famoso desenho dos anos 90. Este nunca foi meu conto de fadas, ou desenho favorito, mas eu sempre adorei as músicas e a biblioteca da Fera e o filme, bem, eu tinha que ver, né?

Bem, o filme é o desenho com atores reais. Tudo bem, existem algumas cenas a mais, mas basicamente é a mesma coisa. Quem assistiu ao desenho (alguém não? O.O ) vai reconhecer tudo. Sério, é impossível não cantarolar junto quando começa o “Bonjour! Bounjour!”.

É simplesmente encantador, não há dúvidas. E a recriação “Disney” de uma pequena Vila francesa no século 18 é muito bem feita. Maquiagem, cenários, está tudo de parabéns. O castelo da fera também; sombrio e envolvente ao mesmo tempo. O problema é que é tudo muito escuro. Tudo bem, eu sei que a “sombra” dominava o lugar, mas um pouco mais de luz fez falta, principalmente em cenas como a da biblioteca da Fera. No filme, eu não tive aquela sensação de UAU que o desenho me passou.

Emma Watson não compromete, mas, sinceramente, também não brilha. Na primeira hora, é difícil desassociar a imagem dela com a de Hermione, mas depois a Bela dela se faz mais presente. Emma não canta mal (aliás, todos estão corretos nesse quesito) mas achei a voz dela um pouco fraca- e a parte instrumental da canção muitas vezes se sobrepunha sobre a voz dos atores.

O que eu gostei mesmo, além da história em si, foi dos coadjuvantes. Os objetos falantes e Gaston e seu fiel escudeiro LeFou. Sra. Potts, Lumiere, o Relógio... até pareciam de verdade.

LeFou é um caso à parte; o personagem em si já era bem simpático e engraçado mas o que chamou a atenção foi o fato da Disney ter anunciado que o personagem era gay. Claro que houve muita celeuma por causa disso e, sinceramente, não sei porque. Para quem vê o filme, é algo meio que implícito, mas, nada “abridor de armários”.

A Bela e Fera não é um filme perfeito nem foi o melhor filme que já vi nada vida, mas foi sim uma viagem mágica e encantadora. Eu me senti mais leve e feliz (apesar de o filme ser um pouco longo demais). O sorriso no rosto é quase que imediato, assim como a incapacidade de não sair cantando as músicas.

Ah, e a Fera, vocês podem estar se perguntando. Honestamente? Nada contra o Príncipe, mas gostava muito mais dele na versão Besta. ;)






 


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