terça-feira, fevereiro 12, 2019

[Papo de Série] 300 º Episódio de Supernatural


Na última quinta-feira, 07 de fevereiro, foi ao ar o 300º episódio de Supernatural. Em sua 14ª temporada, e já renovada para a 15ª, esse episódio mais do que especial era muito aguardado pelos fãs.

E como fã, devo dizer que foi um episódio inesquecível.

Não quero entrar em pormenores, até porque não quero estragar a surpresa de quem ainda o viu, mas o ponto alto é o aparecimento de John, pai de Sam e Dean. O persoangem até tinha aparecido, em sua versão mais jovem, em alguns episódios de temporadas passadas, mas Jeffrey Dean Morgan não dava as caras em Supernatural há mais de 11 temporadas.



Dizer que o encontro de papai Winchester com os filhos (e Mary) foi emocionante é mais do que redundante. Havia muita coisa para ser dita e muita mágoa- e isso fe com que a carga dramática do episódio fosse altíssima. Porém, em nenhum momento, resvalou-se para o melodrama. Olha, eu nem era fã do homem, mas foi impossível não se emocionar. De verdade.

O 300º episódio, chamado Lebanon, foi especialmente feito para fãs; os mais jovens, mas principalmente aos “velhos de guerra.” As referencias às primeiras temporadas estão em toda parte. Seja na própria figura de John como na presença de um Castiel “raiz” (sinto falta desse Cass!). Quando ele fala "Sou um anjo do Senhor" e "Eu não entendo essa referência" foi impossível não sorrir.



Talvez o episódio não estaja entre os melhores da série, mas, com certeza, foi um dos mais emocionais.

Que venham mais 300!

**

O 300º episódio de Supernatural será transmitido pela Warner Brasil no dia 19 de fevereiro.

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segunda-feira, fevereiro 11, 2019

[RESENHA] Edenbrooke, de Julianne Donaldson


“Marianne Daventry fará qualquer coisa para escapar do tédio de Bath e das atenções amorosas de um pretendente indesejado. Então, quando chega um convite de sua irmã gêmea, Cecily, para se juntar a ela em uma enorme casa de campo, ela agarra a chance na hora. Pensando que vai poder relaxar e desfrutar de seu amado interior inglês enquanto sua irmã tenta fisgar o belo herdeiro de Edenbrooke, Marianne descobre que até mesmo os melhores planos dão errado. De um aterrorizante encontro com um salteador a um aparentemente inofensivo flerte, a jovem se encontra envolvida em uma aventura inesperada e cheia de romance e intrigas, suficientes para manter sua mente agitada. Ela será capaz de controlar seu coração traidor, ou um estranho misterioso irá arrebatá-lo? O destino estava pensando em algo diferente de um verão relaxante quando mandou Marianne para Edenbrooke .”

Uma grata surpresa.

Sou apaixonada por bienais. Frequento a Bienal de São Paulo desde o distante de 1992, quando a mesma ainda era no Ibirapuera. Uma das coisas que mais gosto em Bienais (e eventos do gênero) é descobrir pequenos tesouros escondidos. Claro, os lançamentos estão por todo lado, com suas capas brilhantes e enormes posters, mas, ah, como é bom se deparar com aquele título estranho, mas atraente, e uma sinopse promissora!
Foi assim com com Edenbrooke. Bastou as palavras “romance de época” na capa e o preço mais do que convidativo para que eu o levasse para casa.

Que livro delicioso!

Demorei um pouco para finalmente lê-lo (2018 não foi uma nao fácil), mas a espera valeu a pena. Edenbrooke conta a história de Marianne, uma jovem que não tem muitas ambições na vida, mas que está cansada de morar com a avó em Bath. Além de ser um lugar tedioso, um certo pretendente aprece não se tocar que ela simplesmente o acha asqueroso. Quando surge a oportunidade de passar uma temprada em Edenbrooke, uma grandiosa propriedade rural, ela aceita o convite sem pensar muito.

A vida de Marianne já começa a mudar logo no caminho, quando ela conhece um exasperante, mas muito bonito cavalheiro.
Com uma escrita que lembra muito Georgette Heyer, o livro mostra a mudança na vida da jovem Marianne. Aos 17 anos, ela tem roupantes adolescentes, mas também é muito pouco consciente do próprio valor e beleza. Diferentemente de muitos romances de época atuais (que eu adora também), o sexo e a sedução não saõ o ponto central da trama. Sim, Edenbrooke é uma história de amor, mas principalmente da uma amizade de um homem e uma mulher.

Não se deve esperar grandes reviravoltas, mas sim uma sensação de acalentamente ao ler o livro. Com um humor sutil e personagens bem desenvolvidos, Edenbrooke é uma leitura ideal para uma tarde de sábado.

É um livro que deixa o leitor feliz.

Título Original: Edenbrooke
Autor: Julianne Donaldson
Editora: Universo dos Livros
Série - Edenbrooke – Livro 1
Gênero: Romance de Época
Sub-Gênero/Assunto: Romance, Humor
Período:. Regência. Inglaterra.

4/5


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terça-feira, janeiro 29, 2019

#SORTEIO de Aniversário: 7 Anos do Blog Lendo e Escrevendo


Oiii Pessoal! Em Janeiro o blog Lendo e Escrevendo comemora 07 anos como blog literário e para comemorar nos juntamos com alguns blogs amigos para presentear vocês leitores que tem nos acompanhado durante os últimos anos, então MUITO OBRIGADA à todos vocês e vamos ao sorteio!

Para participar do sorteio confira o regulamento e preencha o formulário:

domingo, janeiro 20, 2019

[RESENHA] A Outra Sra. Parrish, de Liv Constantine


“Amber Patterson não aguenta mais. Está cansada de ser uma ninguém: uma mulher sem graça e invisível que não se destaca na multidão. Ela merece mais – uma vida de dinheiro e poder como a que Daphne Parrish, a deusa loira dos olhos azuis, tem e não valoriza. Para todos na pequena cidade de Bishops Harbor em Connecticut, a socialite e filantropa Daphne e seu marido Jackson, o magnata do mercado imobiliário, são um casal que parece recém-saído de um conto de fadas. A inveja de Amber poderia consumi-la por dentro... Se ela não tivesse um plano. Amber usa da compaixão de Daphne para se inserir na vida da família – o primeiro passo de um esquema meticuloso para destruí-la. Em pouco tempo, ela se torna a amiga mais próxima de Daphne, vai para a Europa com os Parrish e suas duas belas filhas, e se aproxima de Jackson.

No entanto, um fantasma de seu passado pode destruir tudo que ela construiu e, se seu segredo for descoberto, seu plano perfeito pode ir por água abaixo.

Com reviravoltas chocantes e segredos tão profundos que te deixarão tentando adivinhá-los até o final da história, A Outra Sra. Parrish é um thriller repleto de emoções e completamente viciante, escrito por mãos diabolicamente imaginativas .”


Interessante, mas irregular.

A outra Sra. Parrish parte de uma premissa já vista muitas outras vezes em livros, filmes e telenovelas: a jovem que se finge de boazinha para tomar o lugar da “melhor amiga”. Quando utilizado corretamente, esse artificio dramático pode produzir obras fantásticas, como o clássico filme A Malvada e a telenovela Celebridade. Infelizmente, não foi o caso aqui.

Amber Patterson é a malvada da vez. De origem humilde e muito ambiciosa, tudo o que ela quer é vencer na vida- e para isso, precisa de um homem rico. No caso, o milionário Jackson Parrish. O problema é que Jackson é casado com a doce Daphne. Resta então à Amber se aproximar de Daphne, conquistar sua confiança...e roubar seu marido.

Escrita em primeira pessoa, a primeira parte de A Outra Sra. Parrish mostra todas as frustrações e vilanias de Amber para tomar o lugar de Daphne. Ter uma história sob o ponto de vista do vilão é, no mínimo, bem interessante. O problmea é que Amber, a vilã, é simplesmente...uma vilã. Não nos é apresentado nuances de caráter ou qualquer outro tipo de ambiguidade. A personagem é totalmente linear e sem surpresas, tornando-se maçante e cansativa.

Quando o chega o momento da “virada”, onde alguns segredos são revelados, a trama (e a escrita em si) se tornam mais interessantes, mas não o suficiente para me prender na leitura. Além disso, a forma como as autoras representaram a violência doméstica e como alguém merece ou não tal abuso me incomodou.

A Outra Sra. Parrish é um livro com uma ideia interessante, mas com desenvolvimento fraco e personagens unilaterais. Uma pena.

Esperava mais.



Título Original: The Other Mrs Parrish
Autor: Liv Constantine
Editora: Harper Collins Brasil
Gênero: Suspense
Sub-Gênero/Assunto: Falsa Identidade, Família, Abuso
Período: Atual. EUA.



2.5/5


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sábado, janeiro 05, 2019

[RESENHA] Os Imortalistas, de Chloe Benjamin


“Se você soubesse a data de sua morte, como viveria sua vida? É 1969 no Lower East Side de Nova York e os rumores na vizinhança são sobre a chegada de uma mulher mística, uma vidente que se diz ser capaz de dizer a qualquer um qual será o dia de sua morte. As crianças Gold – quatro adolescentes que estão começando a conhecer a si mesmos – saem de casa sorrateiramente para saber sua sorte. As profecias informam as próximas cinco décadas de sua vida. Simon, o menino de ouro, escapa para a costa oeste, procurando por amor na São Francisco dos anos 80; a sonhadora Klara se torna uma ilusionista em Las Vegas, obcecada em misturar realidade e fantasia; Daniel, o filho mais velho, luta para se manter seguro como um médico do exército após o 9 de setembro; e Varya, a amante dos livros, se dedica a pesquisas sobre longevidade, nas quais ela testa os limites entre ciência e imortalidade. Um romance notavelmente ambicioso e profundo com uma brilhante história de amor familiar, Os imortalistas explora a linha tênue entre destino e escolha, realidade e ilusão, este mundo e o próximo. É uma prova emocionante do poder da literatura, da essência da fé e da força implacável dos laços familiares.”


Estou de volta!!!

Sim, vocês devem ter percebido que o blog ficou numa espécie de hiatus, né? Pois é, eu tive alguns probleminhas pessoais que , somados a uma terrível ressaca literária e ao fato do meu computador ter morrido, fizeram com que eu deixasse o Conversa um pouco de lado.

Mas é bom estar de volta!

Bem, agora vamos ao que interessa. A primeira resenha de 2019 é de um livro que li no final do ano passado e, sinceramente, ainda não tenho uma opinião totalmente formada sobre ele.
Os Imortalistas é um livro diferente; talvez essa seja a única certeza.

Tudo se basea na questão: “O que você faria se soubesse o dia de sua morte?”
Na Nova Iorque de 1969, quatro irmãos de origem judaica, no que seria uma aventura aparentemente inconsequente, acaba por mudar a vida deles para sempre.

A partir desse momento, Os Imortalistas é divido em quatro partes. Cada uma mostrando o que acontece com cada irmão, como cada umresolveu “viver” a vida, sabendo exatmente o dia em que ela terminaria.

O jovem que vai viver o amor livre na San Francisco dos anos 80; a sonhadora que revolve ser mágica; o médico que viveu as consequencias do 11 de setembro, e aquela que busca a eternidade.
O ponto em comum entre eles é a vida em si; como vivê-la (ou não) em sua plenitude. O problema, a meu ver, é forma como isso foi conduzido. Tirando a história de Simon, e sua vida de excessos e descoberta da própria sexualidade, achei tudo pasteurizado demais. Sem emoção.

Eu achei interessante como a autora coloca a fé e tradições judaicas no contexto do livro, mas nada é muito aprofundado. Nem mesmo questões pertinentes como o suicídio e o transtorno pós-traumático.
Os Imortalista me deixou a impressão de ser uma ideia ambiciosa, mas que morreu na praia. Não consegui me conectar com os personagens, nem com os seus dramas. Uma pena.

E vocês, já leram o livro? Se sim, me contem o que acharam.

Ah, e o que vocês fariam se soubessem o dia de sua morte?

***

O livro foi gentilmente cedido pela editora. E a edição é linda, viu. Capa dura e aveludada. Magnífico trabalho de arte.
Título Original: The Immortalists
Autor: Chloe Benjamin
Editora: Harper Collins Brasil
Gênero: Drama
Sub-Gênero/Assunto: Família
Período: 1969-2017. Nova York, Las Vegas e São Francisco, EUA.


2.5/5




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quarta-feira, outubro 03, 2018

[Resenha] A Boa Filha, de Karin Slaughter

Quando eram adolescentes, a vida tranquila de Charlotte e Samantha Quinn foi destruída por um terrível ataque em sua casa. Sua mãe foi assassinada. Seu pai – um famoso advogado de defesa de Pikeville, Geórgia – ficou arrasado. E a família foi dividida por anos, para além de qualquer conserto, consumida pelos segredos daquela noite terrível. Vinte e oito anos depois, Charlie seguiu os passos de Rusty, seu pai, e se tornou advogada – mas está determinada a ser diferente dele. Quando outro caso de violência assombra Pikeville, Charlie acaba embarcando em um pesadelo que a obriga a olhar para trás e reviver o passado. Além de ser a primeira testemunha a chegar na cena, o caso também revela as memórias que ela passou tanto tempo tentando esconder. Agora, a verdade chocante sobre o crime que destruiu sua família há quase trinta anos não poderá mais permanecer enterrada e Charlotte precisa se reencontrar com Samantha, não apenas para lidar com o crime, mas também com o trauma vivido. A boa filha é mais uma obra-prima de Karin Slaughter, um enredo sólido, com caracterizações fortes e reviravoltas extraordinárias, um misto de drama e terror que faz arrepiar até os leitores mais corajosos.”


Avassalador.

A Boa Filha é mais uma prova de que Karin Slaughter é a melhor autora de suspense da atualidade. É impossível passar imune à qualquer história escrita por ela.
Este livro não poderia ser diferente.

O livro já começa arrebatador, com um prólogo de estremecer. Duas adolescentes, meninas, Charlie e Samantha passam pelo maior horror de suas vidas. É uma sequencia dura, triste. Diria até impiedosa. Sabe aquela leitura que deixa quase desconfortável? Pois então. A autora nos transforma numa testemunha, um cúmplice, incapaz de fazer qualquer coisa.

E foi apenas o prólogo! É de se pensar que o primeiro capítulo seja mais calmo. Ledo engano! 28 anos depois, somos levados a um tiroteio numa escola de ensino fundamental. Segurando a arma, uma adolescente com sério deficit de inteligencia.

Novamente envolvidas em um crime bárbaro, as irmãs precisam lidar com os acontecimentos recentes e, finalmente, encarar o que aconteceu anos atrás. As consequências foram tanto físicas quanto psicológicas e por mais que tentem esconder, o sentimento de culpa ainda é latente.

Dos livros que li da autora, este foi o que mais se aprofundou no aspecto dramático da trama. Tão importante quanto saber a verdade sobre o que aconteceu, a relação entre Sam e Charlie é parte crucial da história. São duas personagens fascinantes, diferentes entre si, mas que lutam muito para seguir em frente.

A Boa Filha é aquele tipo de livro que a gente simplesmente não consegue parar de ler. Envolvente e dinâmica. Eu só não dei 5 estrelinhas por que achei o final um pouco corrido e, devo dizer, uma certa solução um pouco forçada. De qualquer forma, é uma leitura mais do que recomendada. Gostando você de romances policias ou não.

Se for fã do gênero, então, não é só uma leitura recomendada. É obrigatória.



Título Original: The good daughtter
Autor: Kaarin Slaughter
Editora: Harper Collins Brasil
Gênero: Suspense
Sub-Gênero/Assunto: Imperfeições, Crime e Mistério
Período: 1989 e tempo atual. Georgia, EUA.
Outra Capa:



4.5/5
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segunda-feira, setembro 17, 2018

[Resenha] As Elizas - Sara Shepard


“Sara shepard, autora da série best-seller pretty little liars, deixa sua marca em mais uma história com uma narrativa hitchcockiana cheia de mentiras, memórias falsas e uma protagonista que precisa descobrir a verdade para sobreviver. quando a escritora estreante eliza fontaine é encontrada no fundo da piscina de um hotel, sua família acredita ter sido mais uma tentativa de suicídio fracassada. Mas eliza jura que foi empurrada, e sua única testemunha é quem a salvou. desesperada para encontrar o culpado, eliza toma para si a investigação do caso. Mas, conforme a data de lançamento do seu primeiro livro se aproxima, ela se vê com mais perguntas do que respostas. Por que a editora, agente e a família estão misturando os acontecimentos de sua vida com os de seu livro? ele não é totalmente ficcional?”


Intrigante.

As Elizas é um livro sobre a mente humana.

Tudo começa quando Eliza, uma jovem escritora, cai numa piscina. Os parentes e amigos acham que foi uma tentativa de suicídio, afinal, não teria sido a primeira vez. Eliza tem certeza de que foi empurrada. Mas empurrada por quem? E por qual motivo? Na sua busca por respostas, a jovem começa a perceber que não deve confiar em ninguém.

Nem nela mesma.

Muito menos nela.

E é aí que está a grande questão do livro. No que acreditar? Num primeiro momento, parece que estamos diante de uma história de mistério genérica: um crime (ou tentativa, no caso) e a tentativa de solucioná-lo. Sim, o mote inicial até pode ser esse, mas Eliza não é uma protagonista comum. Psicologicamente instável, ela sofre com lembranças que não parecem ser dela.

Ao mesmo tempo, conhecemos a história d´As Dots, o livro que Eliza está prestes a lançar, que fala da relação entre uma tia e sua sobrinha. No início, a trama das Dots parece completamente fora de lugar. Contudo, a medida que a história de Eliza e a trama fictícia dela vão sendo alternadas, é possível perceber que existe uma ligação ali. Mas o que seria?

Confesso que gostei mais desta “trama secundária” do que da principal; fiquei mais envolvida com as personagens e a forma de como tudo ia se encaminhando (tá certo que o fato de, enquanto eu lia o livro, tava passando uma série na HBO que tratava do mesmo assunto meio que estragou a surpresa). Foi muito interessante ver como a aumentava o grau de loucura e dependência naquela relação. Me vi, por várias vezes, querendo saber mais das Dots do que da própria Eliza.

Não que a chamada “trama base” fosse ruim, mas achei que faltaram personagens secundários mais fortes. No final, o que mais importou foi Eliza. Ela é o centro de tudo.

De modo geral, eu gostei bastante da escrita e da forma como tudo conduzido, apenas achei o final um pouco rocambolesco demais e com algumas soluções forçadas. Porém, foi ótimo ler um suspense diferente e despretensioso.

Vale a pena a leitura!


*este livro foi gentilmente cedido pela editora*



3.5/5



Título Original: The Elizas
Autor: Sara Shepard
Editora: Harper Collins Brasil
Gênero: thriller psicológico
Sub-Gênero/Assunto: Doenças, Suspense
Período: Atual. Palm Springs, EUA.

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