Mostrando postagens com marcador Buchanan/Renard. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Buchanan/Renard. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, fevereiro 04, 2016

[Resenha] A Próxima Vítima - Julie Garwood

“O Detetive Alec Buchanan considera a oferta recebida para ocupar uma posição de destaque no FBI a oportunidade perfeita para deixar Chicago, onde mora, e seguir os passos de seu irmão, ascendendo ao alto escalão dos responsáveis pela manutenção da lei. Mas, primeiro, ele precisa realizar uma última tarefa - atuar como guarda-costas de Regan Hamilton Madison, herdeira de uma cadeia de hotéis. A charmosa executiva se vê envolvida em negócios perigosos quando alguém lhe envia uma foto da cena de um crime. Regan suspeita que o problema tenha começado quando concordou em ajudar uma amiga jornalista a desmascarar um guru de auto-ajuda charlatão que se aproveitava de mulheres solitárias e vulneráveis. 
Na esperança de encontrar alguma prova, Regan participa de um seminário de Shields. Durante o encontro, o psicólogo persuade seus convidados a tomarem parte de um exercício de limpeza. Ele pede que faça, uma lista de todas as pessoas que, através dos anos, os tenham magoado ou enganado, e lança uma pergunta Seu mundo seria melhor se estas pessoas deixassem de existir? Regan joga o jogo. A experiência fica esquecida, até que a primeira pessoa da lista de Regan aparecesse morta. O choque se transforma em horror quando os outros nomes da lista também começam a aparecer mortos e uma terrível dança de morte e desejo é desencadeada.”


Um bom suspense romântico.

O quarto livro da série Buchanan-Renard não é tão bom quanto seu antecessor (Prazer de Matar) mas mesmo assim contém uma história interessante e prende a atenção desde as primeiras páginas.

Regan é uma herdeira de uma famosa rede de hotéis que, após um exercício, em um seminário de motivação se vê em uma situação delicada. Neste seminário, uma das tarefas era escrever uma lista de pessoas que ela gostaria que fossem “eliminadas”. A intenção era queimar esta lista após o término da palestra, mas acontece um imprevisto e isto não acontece.

Claro que isso não seria nada demais- se as pessoas na lista de Regan não começassem a morrer.

É aí que entra Alec Buchnan, um detetive de Chicago que tem como última missão antes de ir para o FBI , justamente servir de “guarda-costas” de Regan. Claro que ele não está muito feliz com a incumbência, porém, como este seria seu último trabalho, resolveu aceitar sem maiores questionamentos.

Não seria nada muito difícil, certo? Bem, provavelmente ela era apenas mais uma riquinha mimada, mas, ele saberia lidar.

Acontece que Regan é tudo menos uma deslumbrada cheia de mimimis e quando o assassino começa a tentar entrar em contato com ela- e a matar mais gente- Alec percebe que tudo pode ser muito mais difícil.

Um livro bem legal. Eu uso a palavra legal porque eu acho que é a que melhor adjetiva A Próxima Vítima. Para quem é acostumado a ler romances policiais, o desenvolvimento da trama pose até parecer um pouco previsível, mas a autora sobe usar muito bem dos clichês.

Alec é um típico herói, com aquela mistura adorável de “macheza” e fofura. Ele e Regan formam um bom par, apesar de ter achado ela um pouco passiva demais em relação à algumas coisas.

Eu não diria que A Próxima Vítima é uma trama extremamente emocionante, porém a combinação de bons personagens e um plot interessante dá uma liga absurda. Os personagens, até mais que a história (em alguns momentos) fazem toda a diferença. E não estou falando apenas do casal ou do vilão. Os ditos “coadjuvantes” realmente contribuem com a leitura.

Mas falando em vilões, em A Próxima Vítima a autora novamente usa o artifício de colocar a narrativa sob o ponto de vista dos “mocinhos” e do “vilão”. É uma decisão muito acertada; Dá uma outra dinâmica- e compreensão- à história.

O livro não apresenta exatamente um mistério mas eu gostei que, quando a gente pensa que já sabe de tudo, a autora nos faz mais uma surpresinha.

Além disso, o lado policial da trama está sempre em evidência- mesmo quando o romance surge.

Como eu disse anteriormente, este livro não não tão bom quanto o anterior mas é uma leitura mais do que indicada.

Aliás, não canso de repetir, a série toda vale a pena.

Recomendo!


A Série:

Tragédia, este é o teu nome. A série Buchanan/Renard estava sendo lindamente publicada pela Editora Landscape, porém, oh, porém, a editora MORREU. FALIU. Pois é. Espero sinceramente que outra editora passe a publicar não somente esta série mas também os outros livros da autora. De qualquer forma, ainda vale MUITO a pena ler os livros lançados no Brasil (sebos!) . Afinal, temos o Noah...




Buchanan-Renard


1. Heartbreaker (2000) - A Confissão.
2. Mercy (2001) O Testamento
3. Killjoy (2002) – O Prazer de Matar
4. Murder List (2004) - A Próxima Vítima.
5. Slow Burn (2005) - Marcada para Morrer.
6. Shadow Dance (2006) - A Dança das Sombras.
7. Fire and Ice (2008) - Fogo e Gelo.
8. Sizzle (2009) - Ainda não publicado no Brasil.
9. The Ideal Man (2011)- Ainda não publicado no Brasil.
10.Sweet Talk (2012)- Ainda não publicado no Brasil.
11.Hot Shot (2013)- Ainda não publicado no Brasil.
12.Fast Track -



Título Original: Murder List
Autor: Julie Garwood
Editora: Landscape
Série Buchanan-renard
Gênero: Suspense Romântico
Sub-Gênero/Assunto: Crime e Mistério, Homens da Lei, Serial Killer
Período: Atual. Chicago, EUA.
Outra Capa:

Acho essa capa tão melhor que a nacional!





4/5

 photo Thais1_zpssfusghrx.gif

quarta-feira, janeiro 06, 2016

[RESENHA] O Prazer de Matar - Julie Garwood


“Avery Delaney sempre tentou deixar seu passado para trás. Abandonada por uma mãe assustadoramente perturbada, quando ainda era um bebê, Avery foi criada pela avó e por Carolyn, sua tia adorada. Aos onze anos, ela presenciou a morte violenta da avó e depois de receber um tiro, foi abandonada para morrer, sem esperança de socorro. Milagrosamente, sobreviveu. O homem responsável pela atrocidade está cumprindo pena em uma penitenciária na Flórida. Esta experiência traumática fez com que Avery escolhesse uma vida dedicada à lei e à justiça. Sua mente aguçada, aliada à habilidade de recolher e selecionar informações vitais e de decifrar pistas, transformaram Avery em uma importante analista do FBI, especializada na solução dos mais diversos crimes e logo ela terá que usar toda a sua perícia para solucionar um caso que vai mexer em suas mais dolorosas lembranças.

Carolyn Salvetti, tia de Avery, viciada em trabalho, tem certeza que fez a reserva para o Spa Utopia. Mas Carollyn não vai conseguir chegar ao Spa.

Sob falsos pretextos ela é levada para um local isolado por um estranho simpático, de voz suave, sorriso generoso e intenções sombrias. Seu nome é Monk, um assassino de aluguel. Com pista insuficiente e recursos escassos, Avery junto com John Paul vai ter que desvendar o mistério de salvar Carolyn - só que, para isso, terá que vencer um exímio matador profissional, sobreviver a uma perigosa trama de loucura e vingança mortal.”



Vamos falar de coisa boa?

Porque a série Buchanan-Renard é boa demais!

Antes de mais nada, gostaria de dizer que, apesar dos livros serem independentes, é aconselhável lê-los na ordem correto. Não só porque alguns personagens vão sendo introduzidos “pelo caminho” mas, especialmente neste livro, existe uma forte conexão com o livro anterior.

Em O testamento (lá no final do post tem um link pra minha resenha, se vocês estiverem curiosos!) somos apresentados à John Paul Renard, um ex fuzileiro naval e agente da CIA, não muito fã do FBI e que mora no meio do mato. Na verdade, no meio do Pãntano. Será ele o mocinho desta aventura. Mas falaremos disso depois.
Inicialmente, é preciso falar de Avery Delaney. Filha de pai desconhecido e de uma mãe psicopata, aos 11 anos, após uma frustrada tentativa de sequestro (forjada pela própria mãe) foi deixada para morrer após a ver a avó sendo assassinada. Criada pela tia, Carrie, Avery simplesmente bloqueou a figura materna de seu sistema. Dada como morta, a mãe de Avery era apenas um triste pesadelo de seu passado.

Anos depois, Avery é uma jovem analista do FBI e sonha em um dia se tornar Agente de Campo. A tia não concorda muito com a opção de carreira da sobrinha mas...fazer o quê? Apesar de morarem em estados diferentes (Carrie na California e Avery, na Virginia) , as duas são muito unidas e quando surge uma chance de passarem um final de semana juntas em um SPA luxuoso no Colorado, elas aceitam (apesar daquilo não fazer o menor estilo das duas).

Mas, que mal poderia haver? Elas simplesmente teriam que se encontrar lá e aproveitar. O problema é que as coisas não saem exatamente como o planejado. Primeiro, Avery perde o seu voo e quando finalmente consegue chegar ao local, descobre que não só sua tia não está lá, como cancelou a reserva!

É neste momento em que o caminho de Avery cruza com o do já citado (tudo di bão!) John Paul Renard. Ele pode ter pistas sobre o que aconteceu com Carrie, mas não está muito a fim de compartilhar as informações. Contudo, quando se torna claro que a vida da própria Avery está em perigoso, tudo fica diferente e os dois partem em buscas de respostas- e, quem sabe, de um salvamento.

Esta é mais ou menos uma ideia geral do inicio do livro (fui vaga em alguns pontos propositalmente). Prazer de Matar é sobre psicopatas, mortes e também relações humanas.

Apesar de ter como foco principal, a viagem de Avery e John Paul, o fato do livro ser narrado sob três pontos de vista, torna tudo muito mais interessante e intrigante. Assim como o ponto de vista do casal, somos testemunha do que está acontecendo com Carrie e também do que se passa no “lado negro da força”.

A questão aqui não é o mistério- até porque (até certo ponto) sabemos quem são os vilões- mas como tudo irá se resolver. Os personagens são fascinantes (apesar d’eu querer estapear um ou outro) e mesmo aqueles com os quais simplesmente não dá pra sentir nenhum tipo de compaixão e impossível não sentir um certo fascínio- porque sim a mente de um assassino é fascinante. Na verdade, uma mistura de asco e fascinação.

Por outro lado, John Paul e Avery são quase um casal cômico- sem nenhum intenção de o ser. Os dois, a principío, são completamente diferente, mas, aos poucos vamos percebendo como são, na realidade, bem parecidos.

JohnPaul é do tipo durão e carrancudo mas, ao contrário de outros heróis românticos, ele não é cheio de traumas ou veio de uma família disfuncional. Muito pelo contrário. Avery, apesar do aspecto frágil, não é uma daquelas mocinhas cheias de mimimis e nhenhenhes. Claro que ela sente medo, mas se mantém na pose!

Com um escrita enxuta e segura, a autora nos conduz por uma história aparentemente óbvia mas, na realidade, cheia de surpresas. O romance acontece de forma natural e a parte policial nunca é deixada de lado.

Uma ótima leitura.

Recomendo!

Ah! E Noah aparece... #EntendedoresEntenderão



A Série:

Tragédia, este é o teu nome. A série Buchanan/Renard estava sendo lindamente publicada pela Editora Landscape, porém, oh, porém, a editora MORREU. FALIU. Pois é. Espero sinceramente que outra editora passe a publicar não somente esta série mas também os outros livros da autora. De qualquer forma, ainda vale MUITO a pena ler os livros lançados no Brasil (sebos!) . Afinal, temos o Noah...




Buchanan-Renard


1. Heartbreaker (2000) - A Confissão.
2. Mercy (2001) O Testamento
3. Killjoy (2002) – O Prazer de Matar
4. Murder List (2004) - A Próxima Vítima.
5. Slow Burn (2005) - Marcada para Morrer.
6. Shadow Dance (2006) - A Dança das Sombras.
7. Fire and Ice (2008) - Fogo e Gelo.
8. Sizzle (2009) - Ainda não publicado no Brasil.
9. The Ideal Man (2011)- Ainda não publicado no Brasil.
10.Sweet Talk (2012)- Ainda não publicado no Brasil.
11.Hot Shot (2013)- Ainda não publicado no Brasil.
12.Fast Track -

Título Original: Killjoy
Autor: Julie Garwodd
Editora: Landscape
Série Buchanan/Renard- livro 3
Gênero: Suspense Romântico
Sub-Gênero/Assunto: Crime e Mistério, Serial Killer,Suspense
Período: Atual. EUA.


 




Outras Capas

5/5



 photo Thais1_zpssfusghrx.gif

quinta-feira, outubro 31, 2013

O Testamento, de Julie Garwood

Quando o respeitado procurador Theo Buchanan do Departamento de Justiça passa, mal eum um baile de gala em Nova Orleans, a Dra. Michelle Renard age rapidamente para salvar sua vida. Logo Theo se vê em uma roda viva para salvá-la, quando Michelle vira alvo de uma quadrilha mortífera. Eles se denominam o Clube dos Semeadores, quatro elementos deletérios guiados pela ambição de acumular milhões em uma conta bancária secreta. Agora eles estão dispostos a silenciar Michelle para sempre, pois ela pode conhecer o segredo por trás da morte piedosa da esposa de um deles. Escapando por entre um homem da mais alta classe e um bando de criminosos astuciosos, Michelle e Theo caminham na corda bamba entre a paixão e a sobrevivência.






Segundo livro da série Buchanan/Renard, O Testamento é inferior ao seu antecessor, mas mesmo assim ainda é uma ótima leitura. Para dizer a verdade, na primeira vez que eu li este livro, há uns 3 anos atrás, eu não gostei muito. Mentira, gostei, mas não me apaixonei pela leitura. Achei que havia faltado algo. Agora, nesta releitura para o Desafio Realmente Desafiante, me descobri gostando muito mais do livro.

A segunda vez foi melhor. Muito melhor.

Eu geralmente gosto de fazer uma breve introdução sobre do que se trata o livro, contudo, como todo livro de suspense, acredito que quanto menos se souber, melhor. Sem contar que a sinopse oficial, está aí, né?

Não existe em O Testamento um mistério propriamente dito, desde o começo sabemos quem é o vilão. E como está agindo. Ou pelo menos, sabemos grande parte. Narrado sob o ponto de vista tanto dos mocinhos e dos vilões, o livro mostra uma visão mais ampla de toda a história, contudo, a autora não entrega “tudo” tão facilmente. Existem pequenas armadilhas e surpresas que vão ocorrendo. Julie Garwood nos ilude com algumas certezas que pensamos ter durante a leitura. São pequenos detalhes que fazem com que nem tudo pareça tão óbvio. Eu diria que é um “temperinho” da autora.

Muitas vezes, neste tipo de livro, onde o casal luta contra “forças ocultas”- ocultas, para eles, pelo menos- tem-se a típica relação de amor e ódio entre os protagonistas. Aqui isso não acontece. Theo e Michelle são muito parecidos, apesar não parecer, ao menos no início. Mais do que isso, eles “combinam”. Sem contar que a autora não perde tempo com traumas e dramas desnecessários. São um homem e uma mulher que se sentem atraídos um pelo outro e se veem diante de uma situação inacreditável. Os dois criam um vinculo e se veem tentando lutar contra algo que não sabem o quê é, nem mesmo o porquê. Mike, como Michelle é chamada, tornou-se um alvo. Mas de quê? O interessante é que nós, leitores, já sabemos do que se trata. A autora nos coloca um passo à frente de seus mocinhos.

O Testamento é um livro de suspense crescente, que foi me envolvendo completamente. Um dos pontos altos do livro, para não dizer *o* ponto alto, foi os personagens coadjuvantes. Não que Michelle e Theo tenham sido desinteressantes, mas perto de John Paul, o irmão “misteriosos e selvagem” de Mike, e Noah Clayborne, agente do FBI, amigo de Theo, os dois perdem pontos. John é simplesmente o máximo e Noah...ah, Noah é o Noah, né? #piriguetagemModeOn


Como eu já mencionei, O Testamento na comparação com o livro anterior, A Confissão , mas ainda assim é um ótimo exemplar de Suspense Romântico (a série, no geral, aliás). Não se deve esperar desse livro grandes momentos de tensão ou violência. O livro não é sobre isso; é sim um intrincado jogo de gato e rato.

Eu não saberia dizer ao certo quais são os pontos fracos do livro. O Testamento é um bom livro, um bom 4 estrelas, mas não um 5 estrelas. Acho que, apesar de ser uma leitura envolvente, faltou-lhe um pouco de ritmo e o casal protagonista, apesar de ótimo, não é inesquecível. Eu gostei muito de Mike e Theo, mas comparando-os com os coadjuvantes, eles saem perdendo.

De qualquer forma, para quem gosta de Suspense com uma boa porção de romance, O Testamento é uma ótima pedida.

Recomendo.

O P.S:

- É recomendável ler a série na ordem correta, principalmente O Testamento e o livro seguinte, Prazer de Matar. Digamos assim, O Testamento deixa uma certa ponta solta...



Título Original: Mercy
Autor: Julie Garwood
Editora: Landscape
Gênero: Suspense Romântico
Série: -Buchanan/Renard- Livro 2
Sub-Gênero/Assunto: Romance Contemporâneo, Suspense, Médicos, Advogados
Período: Contemporâneo. Sul dos EUA.




Este livro foi minha leitura para o tema 16 do Desafio Realmente Desafiante-
16. Re-ler e resenhar um livro que leu a muito tempo e nunca resenhou!


A Série:

Tragédia, este é o teu nome. A série Buchanan/Renard estava sendo lindamente publicada pela Editora Landscape, porém, oh, porém, a editora MORREU. FALIU. Pois é. Espero sinceramente que outra editora passe a publicar não somente esta série mas também os outros livros da autora. De qualquer forma, ainda vale MUITO a pena ler os livros lançados no Brasil. Afinal, temos o Noah...

Buchanan-Renard


1. Heartbreaker (2000) - A Confissão.
2. Mercy (2001) O Testamento
3. Killjoy (2002) – O Prazer de Matar
4. Murder List (2004) - A Próxima Vítima.
5. Slow Burn (2005) - Marcada para Morrer.
6. Shadow Dance (2006) - A Dança das Sombras.
7. Fire and Ice (2008) - Fogo e Gelo.
8. Sizzle (2009) - Ainda não publicado no Brasil.
9. The Ideal Man (2011)- Ainda não publicado no Brasil.
10.Sweet Talk (2012)- Ainda não publicado no Brasil.
11.Hot Shot (2013)- Ainda não publicado no Brasil.
12.Fast Track

Outras Capas:



4/5

segunda-feira, janeiro 03, 2011

A Confissão, de Julie Garwood (Série Buchanan/Renard, livro 1)

Primeiro Post do Ano! Feliz 2011!
Título Original: Heartbreaker
Autora: Julie Garwood
Editora: Landscape
Gênero: Suspense Romântico
Temas: Romance Contemporâneo, Mistério, Crime, Serial Killer
Período: Atual
Série: Buchanan-Renard-Livro 1/8
"Nas sombras calmas do confessionário, o penitente se ajoelha e faz uma revelação de gelar o sangue: Padre, perdoa-me que vou pecar... Lenta e sarcasticamente, o homem descreve seu passado assassino - como ele observou sua vítima, entrou aos poucos na vida dela e então a trucidou com uma explosão de violência - e seu plano de matar novamente. Mas desta vez ele aumentou as apostas de seu jogo perverso, revelando o nome da próxima vítima e desafiando as autoridades a impedi-lo se forem capazes. Eu sou um destruidor de corações, e adoro desafios...