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segunda-feira, dezembro 28, 2015

[Resenha] Prontos Para o Amor - Robyn Grady


“Apesar de ser um bem-sucedido criador de ovelhas, Jack Prescott não estava pronto para ser pai em tempo integral. Ele cumpriria seu dever e cuidaria do sobrinho órfão, mas em seu coração não havia lugar para um bebê... ou para Madison Tyler, a outra tutora e a mulher que teimava em perturbar sua vida. Jack não podia ignorar a atração que sentia por ela, apesar de o caso entre eles ter sido curto, problemático e repleto de más lembranças. Agora, Madison estava de volta à fazenda de Jack, sendo que ele tinha de dar atenção ao menino. De que forma ambos poderiam desejar mais tempo juntos quando nenhum dos dois estava preparado para um compromisso?”


Bonitinho, mas esquecível.

Este é mais um daqueles livrinhos fofinhos, agradáveis de ler, mas que não acrescentam nada realmente; são bem esquecíveis.

A história é simples- e talvez a simplicidade dela é que seja seu grande triunfo- e fala sobre duas pessoas pessoas que se encontram (e passam a se relacionar) a partir do relacionamento com uma criança. Jack é, por assim dizer, um cowboy australiano, um daqueles heróis fortes e de bom coração mas que se recusam a se intregar a um amor. Madison é a mocinha determinada e sem meias palavras. Entre eles está Beau, um bebê, filho da irmã falecida de Jack e tutelado de Madison.

Nem é preciso dizer muito para se saber o que irá acontecer a seguir, né? Bebê fofo + cowboy lindo +...mocinha irritante! Pois é, a história até é bonitinha e tudo mais (adoro um bebê- e com um cowboy, então!) mas Madison era muito cheia de si demais. Chatinha mesmo.

E Jack... meu gódi! Ele podia ser um tudi bão, mas como sofreu o coitado! Só tragédia. Novela mexicana iria parecer comédia pastelão perto do acontece com o moço. É aquele personagem pra abraçar apertado e dizer que tudo vai acabar bem.

Não foi uma leitura espetacular mas, no geral, é agradável e prende a atenção. Se você gosta de histórias com crianças, essa com certeza poderá agradar.

Prontos Para o Amor é mais um daqueles livros sem grandes atributos mas que são ótimos para se passar em companhia numa tarde tediosa de domingo.

Título Original: Bargaining for the baby
Autor: Robyn Grady
Editora: Harlequin
Coleção: HQ Desejo
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Romance de banca, crianças
Período: Atual. Australia
Capa Original:


3.5/5

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sexta-feira, dezembro 11, 2015

[Resenha] Sonho Realizado - Jackie Braun

“Quando Lauren Seville descobriu que estava grávida, soube imediatamente que sua vida mudara… pois seu maior sonho havia se realizado. Ao encontrar o lugar perfeito para ser o lar de sua pequena família, logo se deu conta de que se sentia atraída por Gavin O’Donnell, o dono do chalé para o qual se mudara. A mera presença de Lauren era capaz de estimular nele os instintos protetores mais ferozes. E, à medida que a data do parto se aproximava, a independente futura mamãe despertou algo mais no magnata do mercado imobiliário: seu desejo de ser pai. ”


Cuti-Cuti!

Sabe aqueles livrinhos fofinhos, que dão vontade de apertar? Sonho Realizado é um desses livros. A história é simples, singela e, sim, se resvala em vários clichês mas é tão gostosa de se ler que, honestamente, isso pouca importa.

Mesmo tendo problema de fertilidade, Lauren consegue engravidar. Porém, em vez do cretino marido ficar feliz com a notícia, ele exige que ela aborte! Claro que ela não faz isso; Não! Ela dá um chega pra lá no idiota e sai em busca de um lugar melhor para ela e seu futuro bebê.

É neste momento que aparece o mocinho da história. Gavin, um construtor lindo e sexy (não poderia deixar de ser, né?) . Lauren se muda justamente para uma casa, a qual ele é o dono.

Sabe, acho que eu nem preciso falar muito mais sobre o que é a história pois, de uma forma ou de outra, sabemos como ela irá terminar- mas a forma como a autora conduz essa trama aparentemente óbvia é que faz tudo ficar melhor.

Apesar de ser um livro curtinho, o amor não apare de forma instantânea e loucamente sexual. Antes de mais nada, eles se tornam companheiros, amantes. Ao contrário de tantos outros heróis românticos que após meia dúzia de páginas, já querem estar de nheco-nheco com a mocinha, Gavin realmente se preocupa com Lauren. É tão fofo ele dando todo o apoio que ela precisa durante a gravidez, isso sem contar com questão do divórcio.

Claro que nem tudo é perfeito. Apesar de um ótimo começo, senti que a autora correu com o final do livro e algumas questões não foram bem solucionadas. Uma pena.

Mas de qualquer forma, Sonho realizado é um livro fofo, que faz a gente sorrir.

(E fala sério, como não amar essa capa?!)

Recomendo!



Título Original: Expecting a Miracle
Autor: Jackie Braun
Editora: Harlequin
Coleção: Baby On Board 39
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Gravidez
Período: Atual. EUA.

Capa Original:






4/5

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sábado, dezembro 05, 2015

[Resenha] Um Lar para Amar - Barbara McMahon

“Quando Zack Morgan descobre que é pai e que seu filho foi encaminhado para a adoção, decide encontrá-lo a todo custo, pois precisa ter certeza de que ele está bem. Para Susan Johnson, sobreviver é uma batalha, mas nem por isso deixa de amar ser a mãe do pequeno Danny. O mundo deles se ilumina quando Zack entra inesperadamente em suas vidas. No entanto, Zack pretende manter-se a distância, pois sabe que encontrou a família de seus sonhos. E Susan, por sua vez, não faz ideia de quem ele realmente é…


Das Coleções da Harlequin, a Baby On Board é (ou era, já que faz algum tempo que não compro nada da editora. Tenho andado decepcionada. Anyways...) uma da minhas favoritas. Tirando raras exceções adoro histórias com crianças e/ou bebês. Bem, Um Lar Para Amar é uma dessas exceções.

A história é simples: Zac Morgan, um milionário (não poderia deixar de ser, né?) descobre que tem um filho, mas que o menino foi encaminhado para a adoção. Susan Johnson é a jovem mulher com problemas financeiros que adotou a criança. O que Zac faz então? Se você disse se aproximou da mãe para alcançar o filho acertou!

Tá, tá. Bem clichê, eu sei. Mas a graça dos livros da baby On Board é que apesar dos clichês faziam a gente suspirar, se emocionar mesmo. Infelizmente isso não acontece aqui. A história é bonitinha e mas apesar da autora ter um modo simpático de escrever, faltou uma lapidação melhor dos personagens. Susan é a “moça pobre batalhadora” de sempre. Não atrapalha mas também não contribui. Zac...bem, pra mim, Zac é o grande problema. Primeiramente acho que foi um erro fazê-lo ser um milionário. Ficou algo muito parecido com todos os Paixões e Jessicas da vida. Porém, o maior problema é que eu não não “senti” que ele a amava. Queria ter sabido mais dos sentimentos dele. Para mim, deu a impressão de que ele apenas gostava não a amava realmente. Isso acabou por deixar o casal sem química, sem aquele “tempero” de emoção que faz a gente torcer pelo final feliz.

No geral, não é um livro ruim, tem alguns momentos fofos , mas deixou um gosto de que poderia ter sido melhor.

Alguém já leu? O que achou?

Título Original: Adopted: Family in a million
Autor: Barbara McMahon
Editora: Harlequin
Coleção: Baby on Board
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Crianças, Milionários
Período: Atual. EUA.
Capa Original:


 
2.5/5

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terça-feira, dezembro 01, 2015

[Resenha] Apenas Respire - Susan Wiggs



“A cartunista Sarah Moon procura driblar os problemas da vida em sua tirinha 'Apenas Respire'. Enquanto Shirl, personagem principal e alter ego de Sarah, se submete ao tratamento de inseminação artificial, a situação por ela vivida começa a refletir as dificuldades de sua criadora para conceber um bebê. Nesta obra, Susan Wiggs apresenta uma narrativa sobre os sonhos despedaçados de uma mulher e a descoberta de novas esperanças. ”


Um bom livro.

Segundas-chances e reencontros estão entre os meus temas (literários) favoritos. Eu adoro ler sobre pessoas que reinventam, que conseguem encontrar uma forma de dar a volta por, de serem felizes.

Apenas Respire é justamente sobre isso. Se reinventar. Começar de novo- e por que não rencontrar a paixonite da adolescência?

Sarah Moon é uma cartunista que está em tratamento de inseminação artificial após o marido ter passado por intenso tratamento contra um câncer nos testículos. Enquanto o marido esteve doente, Sarah deixou praticamente de existir par cuidar do marido. Um dia, após uma sessão na clínica de fertilidade, ela resolve ir ao trabalho dele e fazer uma surpresa- mas quem é surpreendida é ela: o safado estava no nheco-nheco com outra.

Ultrajada e ferida, Sarah larga tudo e resolve voltar para sua cidade natal, uma cidadezinha na costa da Califórnia. Ela não sabe o que vai fazer, mas simplesmente não pode mais ficar na mesma casa, na mesma cidade que aquele homem.

Obviamente, se apaixonar (ou simplesmente se envolver) por outro homem está completamente fora dos planos. Mas sabemos que não podemos controlar essas coisas, né? Sarah não pode. Ainda mais quando reencontra Will Bonner (só agora reparei no nome! O.o ), a paixão da adolescência. Anos atrás, Will é o garoto mais popular e Sarah, a esquisita. Hoje, ele é o chefe dos bombeiros e mora com a filha adolescente de sua ex-mulher.
É justamente Aurora, a filha de Will, quem acaba tendo um primeiro contato com Sarah. Amante das artes, a menina vê na mulher mais velha uma inspiração. Essa espécie de amizade acaba por juntar Sarah e Will. É justamente quando Sarah acha que sua vida está entrando nos eixos que ela tem um enorme surpresa.

Gostei bastante. Susan Wiggs consegue fazer de uma história que poderia ser triste e pesada e algo prazeroso e, em alguns momentos, até divertido. Sarah é uma mulher que deixou pensar em si mesma para cuidar do marido (o que acho não se pode estranhar, afinal ele estava com câncer) mas quando a traição aparece ela não dá ouvidos para discução. Ela sabe que precisa ir embora e, após muito tempo, pensar em si mesma. É á partir daí que ela começa a perceber que o casamento já estava no fim a muito tempo. A traição, por mais dura que tenha sido, foi apenas a cereja do bolo.

É bom ver uma mulher que quer seguir em frente, mas ao mesmo tempo tem os seus momentos de fraqueza e melancolia. Sarah não é uma super-heroína e Will tampouco é o herói perfeito, apesar de aparentar ser.

Eles nunca haviam sido amigos no passado mas é interessante ver como os anos e a maturidade podem mudar as pessoas. Will tinha um destino traçado quando era adolescente mas as coisas não saíram exatamente como planejado. O reencontro- e consequente amizade entre eles é mostrada de forma sensível.É um relacionamento que primeiro se estabelece atrás da confiança.

Vale também ressaltar que a história é intercalada por tirinhas de Shirl, a personagem alter-ego de Sarah e em cujas situações se espelham no que está acontecendo no livro.

Apenas Respire é um livro de ritmo constante, com uma escrita agradável. Muitas coisas acontecem no decorrer da trama e se, por um lado, isso enriqueceu a história, por outro, também foi o seu maior defeito. Achei que muitas situações passaram rápidas demais e faltou também profundidade em alguns momentos. Por mais de vez eu quis que a autora tivesse “demorado” um pouco mais em determinada situação.

De qualquer forma, Apenas Respireé aquele tipo de livro que faz a gente pensar um pouco e, mais importante, deixa o leitor satisfeito, feliz. É uma história sobre pessoas comuns mas especiais, a sua maneira. Se éque isso faz sentido.

Recomendo!

PS: detestei a capa!



Título Original: Just Breath
Autor: Susan Wiggs
Editora: Harlequin
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Gravidez, Segunda-Chance, Drama
Período: Atual. EUA.
Outra Capa:



4/5

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quarta-feira, novembro 18, 2015

[Resenha] O Delator - Tess Gerritsen

“Em uma noite chuvosa, no meio da estrada, um estranho fugindo de assassinos surge bem na frente do carro de Cathy Weaver. O comportamento delirante de Victor Holland dava a entender que se tratava de um homem à beira da loucura. Mas sua afirmação de que estava sendo perseguido poderia ser atestada pelo temor no olhar e pela bala cravada no ombro. À medida que as horas passam e os perseguidores se aproximam, Cathy não consegue evitar um único pensamento; se ela estaria ajudando uma pessoa em perigo ou se estaria colocando sua vida nas mãos de um homem perigoso”


Quem conhece Tess Gerritsen apenas por sua série Rizzole & Isles pode estranhar um pouco este livro, até mesmo achá-lo de qualidade literária menor, porém, como um todo, O Delator é um suspense romântico simpático e agradável de se ler.

É só não se esperar muito- e a satisfação será garantida.

O Delator é um emocionante (bem, talvez “emocionante” seja uma palavra muito forte, mas também, de forma alguma, é um livro parado) thriler romântico no qual a autora se vale da conhecida premissa em que dois estranhos precisam correr contra o tempo, salvar seus traseiros e capturar os vilões. Tudo muito fácil e tranquilo, obviamente! rs

Victor, um bioquímico e Cathy , uma maquiadora de filmes de terror B se conhecem por acaso, mas circunstâncias fazem com que eles precisem fugir juntos tanto da polícia quanto de homens nem um pouco bem encarados que querem matá-los. Tudo está relacionado com uma fórmula farmacêutica e seu uso inapropriado.

Acho que O Delator também poderia ser definido como uma versão de David contra Golias, onde Victor é apenas um homem tentando ir contra uma grande empresa.
O livro é legal. Esta é a primeira- e principal- coisa a ser dita. O livro não apresenta grandes novidades; é aquele tipo de leitura despretenciosa ideal para se passar o tempo. Me parece horrível dizer isso, mas O Delator é uma típica leitura média que não emociona mas também não compromete.

O talento da autora se faz presente, mesmo que seja apenas nos detalhes. Obviamente os livros mais novos dela são melhor escritos- e acho até que isso é inevitável, mas aqui já se pode notar a sua qualidade. É interessante ver que, apesar de ser uma literatura romântica, o lado policial tem um grande papel no enredo. Não é apenas uma “desculpa” para uma história de amor.

Não existe um mistério propriamente dito; nós sabemos quem são os mocinhos e quem são os vilões. A questão aqui- e devo dizer que foi algo muito bem trabalhado pela autora- é a tensão, o senso de perigo.

Victor e Cathy são dois personagens interessantes; não particularmente envolventes, mas interessantes de qualquer maneira. Gostei que ele não é um ex-militar ou algo do gênero. A autora fez bem em não cair em mais esse clichê e mesmo que Cathy seja mais uma mocinha magoada pelo ex, ela não deixa dominar por isso. Aliás, o ex tem uma importante função da trama.
Não achei o casal extremamente apaixonante, mas também não foi um daqueles casos em mocinho e mocinha eram “nada a ver”. Como eu disse anteriormente, esta é uma leitura “média”.

Durante a leitura não teve o que realmente tivesse me incomodado, tlavez, penso eu, tenha sido o “vai- não vai” em realção à Cathy ficar ou não com Victor. Ela queria ficar com ele; ele a queria longe, em segurança. Soooono.

No geral, O Delator foi um passatempo agradável, sem grandes surpresas mas que cumpriu seu papel de entreter.

Para quem nunca leu a autorta, talvez seja melhor começar pela sua série mais famosa. Para aqueles que já estão familiarizados com sua obra, vale a conferida.

Título Original: Whistleblower
Autor: Tess Gerrritsen
Editora: Harlequin
Gênero: Suspense Romântico
Sub-Gênero/Assunto: Thriller
Período: Anos 90. EUA
Outra Capa:


3/5


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quinta-feira, julho 16, 2015

[Resenha] Pequenos Cupidos - Debbie Macomber

“Desde que ficara viúva, Dori Robertson criava seu filho sozinha. Agora, o menino de 11 anos começou a pressioná-la para encontrar um marido. E ele até já escolheu o pretendente: o ex-jogador Gavin Parker. A filha de Gavin também quer que ele se case de novo. Quando as crianças unem forças, Gavin sugere que ele e Dori comecem a sair juntos, apenas com o intuito de deixar os pequenos cupidos felizes. Ela não vê problema algum nisso, até sentir o calor do beijo dele...”


Esperava mais.
Eu geralmente adoro histórias com crianças; é bem simples: tem criança, grávida e/ou animais, a Thaís já logo se interessa. É por isso que quando li a sinopse de Pequenos Cupidos já sabia que queria ler o livro, ainda mais que a autora é muito bem recomendada.

Ah, a frustração. Tão grande quanto a expectativa. Não que o livro seja ruim, ou algo do tipo, mas simplesmente não me cativou. O principal motivo? Justamente as crianças! Insuportáveis demais. Em determinado momento eu estava torcendo CONTRA o casal só por ser o oposto do que esses pirralhos queriam.

A história em si é bem bonitinha, lembrando muito aqueles filmes da Disney de uns 15, 20 anos atrás ( hoje em dia é tudo sobre adolescentes cantantes!). Doris é uma viúva mãe de um garoto de 11 que vive pressionando-a para que se case novamente. O candidato “perfeito” é o ex-jogador de futebol Gavin, pai de uma menina que também quer ele se case. As crianças então resolvem unir forças para juntar os pais.

Bonitinho, né? Pois eu também achei. Que pena que tudo é chaaaato demais. O casal até que é legalzinho mas nada muito digno de nota- e as crianças...! Meu Gódi, infanticídio ainda é crime? Claro que eu não esperava ver crianças perfeitas e lindinhas (até porque isso também é chato) mas dois pirralhos se metendo na vida dos outros foi muito pra mim. O que era pra ser “bonitinho” acabou me irritando demais.
É, acho que “irritar” é o verbo adequado para descrever esse livro.

Obviamente, cada um tem seu gosto, e penso que muitos podem até acabar gostando da obra. Afinal, apesar de tudo, a escrita da autora *é* interessante e fluida.

Pra mim, não valeu meu tempo perdido e os 9,50 reais gastos.


Título Original: Matchmakers
Autor: Debbie Macomber
Editora: Harlequin
Coleção: HQ Special 80
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Romance de banca, crianças, segunda chance
Período: Anos 80. EUA.

Outras Capas


2/5

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domingo, junho 21, 2015

[RESENHA] Corações Laçados - Diana Palmer


“Como um perfeito caubói, o rancheiro Mallory Kirk sabe muito bem o que é trabalho árduo. Mas sua nova vaqueira vai conseguir suportar a pressão? Ele tem dúvidas sobre a capacidade física dela, ainda que a delicada jovem demonstre muita disposição. Conforme surgem problemas no presente, vêm à tona manchas do passado, e as esperanças de um futuro melhor se tornam distantes. Mas o desejo, cada vez mais forte, faz com que Mallory note um brilho diferente em Morie. Será que um caubói durão como ele estaria preparado para o amor?”


A minha (e a de muita gente, eu aposto) relação com Diana Palmer é de amor e ódio. Eu adoro seus livros, mas também, muitas vezes, tenho vontade de jogá-los contra a parede tamanha a frustação (e ódio!) que sinto. Mas o fato é que reclamo, reclamo mas acabo sempre querendo ler o próximo livro, reler algum antigo... sou fã dessa mulher! Vá entender.

Eu tenho “fases” Titia Palmeirão- e acho que acabei de entrar em mais um desses momentos. O eleito da vez foi Corações Laçados, primeiro livro da série Homens de Wyoming. O livro não faz parte da famosíssima Homens do Texas, mas como não poderia deixar de ser, personagens que andaram por Jacobsville e arredores marcam presença- nem que seja em comentários.

Corações Laçados tem basicamente o universo de sempre da autor: cowboy-ogro e mocinha inocente, mas aqui as algumas mudanças ocorrem nessa “receita”- e são mudanças muito bem-vindas.

Edith Danielle Morena “Morie” Brannt é uma jovem rica, filha de um poderoso fazendeiro que está cansada de atrair pretendentes que só estão de olho na conta bancária de seu pai; o que Morie mais gostaria é poder trabalhar como vaqueira, ajudar no trabalho duro da fazenda, porém seu pai acha a ideia péssima e a proíbe de fazer qualquer coisa do gênero. Ela era- e deveria viver- como uma verdadeira “princesa”.
É por isso que Morie acaba saindo de casa e indo trabalhar no rancho de Mallory Kirk; sem dizer sua verdadeira identidade, ela acha que esta é a melhor maneira de aprender o trabalho no campo- e não correr o risco de ser assediada. Afinal, quem se interessaria por uma vaqueira pobre e mulambenta? Bem, Mallory se interessa- e muito. Mas claro, ele tem uma (espécie) de namorada da pior espécie e, bem, para controlar o próprio desejo quase sempre é grosso com Morie.

E dá-lhe coices!

Pois é, estamos beeem no terreno Titia Palmeirão: nada como um homem demonstrar seu amor sendo extremamente irritante e grosseiro. Porém, dessa vez, Morie não é a songa-monga de sempre. ALELUIA! Essa mocinha não tem papas na língua, nem sangue de barata. Ela enfrenta Mallory sem se acovardar. Poucas vezes gostei tanto de uma mocinha DP: ela se manteve firme, mas nunca negando seu amor por ele. Porém, não era proque o amava que deixaria que ele a humilhasse. Não mesmo.

Honestamente eu cheguei até a ter um pouco de pena de Mallory. Sua cabeça-durice é tão grande que beira a burrice. O interessante é que ele é descrito como um homem feio; mais uma mudança sutil na caracterização de personagens que fez muito bem à trama.

Corações Laçados não é um livro inesquecível nem o melhor da autora, porém é uma leitura agradável e prazerosa.

Vale a Pena a Leitura.

A Série:

Livro 1- Corações Laçados (Wyoming Tough) -
Livro 2- Corações Em Fúria (Wyoming Fierce)
Livro 3-Corações Ousados (Wyoming Bold)
Livro 4- Wyoming Rugged (24 Novembro 2015) - ainda inédito no Brasil


Menções, Inter- Relações e Outros ’detalhezinhos’ :

Morie Brannt é filha de Shelby Kane e King Brannt, que são os protagonistas de "To Love and Cherish".


Heather e Cole Everett: Heather's Song [Série Big Spur, Texas 01]

Cane Kirk: Corações Em Fúria [Série Homens de Wyoming 02]

Cort Brannt: irmão de Morie: The Rancher

Dalton Kirk: Corações Ousados [Série Homens de Wyoming 03];

Dane Lassiter: Sempre Te Amei [Série Most Wanted 01]

Philippe Sabon: Lorde do Deserto [Série Hutton & Co 03]

Cord Romero: Agonia e Êxtase [Série Hutton & Co 05]

Gracie Pendleton: Sem Coração [Homens do Texas 33a]

Rick Marquez: True Blue [Homens do Texas 38]

Winslow Grange: Valente [Homens do Texas 39]

A banda Desperado também é mencionada.


Ordem de Leitura das Obras de Diana Palmer (Universo Homens do Texas)





Título Original: Wyoming Tough
Autor: Diana Palmer
Editora: Harlequin
Coleção: Rainhas do Romance 74
Série: Homens de Wyoming– livro 1
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Romance debanca, cowboys, falsa identidade, amor & ódio
Período: Atual. EUA.

3.5/5

quinta-feira, abril 30, 2015

[RESENHA] Refúgio Sonhado- Heidi Rice

“Era desesperador... Como Kate fora parar em Las Vegas, no escritório de Zack Boudreaux, o magnata da hotelaria... Somente de lingerie? Sem roupas, passaporte ou passagem de volta para Londres, ela precisava contar com a ajuda dele... E Zack estava mais do que disposto a ser compreensivo. Assim, além de ajuda, ele lhe ofereceu... Um emprego como sua assistente! Marcada por um passado difícil, Kate mal pode acreditar que alguém está de fato se importando com ela... Mas até que ponto ambos conseguirão separar a realidade da fantasia?”


Muito fraquinho.

A história em si, com o já conhecido milionário mandão e a moçoila em perigo, já não apresentava muitas novidades, mas o problema é que tudo muito chato.

Principalmente a mocinha. Glória aos Céus! Haja paciência com esse ser! Eita mulherzinha irritante de fiofó adocicado. Primeiro fica cheia de não-me-toques, cheia de pudores, mas depois que, bem... liberta-se “para a paixão”, passa a ter um monte de pudores. Hã?!

Eu tive a impressão que a autora não conseguia se decidir em relação à personalidade da personagem: ingênua ou pra frentex ? Bi polaridade mandou lembranças!

Para piorar, temos o trauma básico de infância. Tudo bem, em alguns romances, apesar de ser clichê, esse artifício dramático dá um diferencial à trama, mas é preciso saber usá-lo; não apenas inseri-lo como se fosse mais um ingrediente de uma receita de bolo.
Além disso, achei que faltou química ao casal. Eu simplesmente não me interessei pelo romance de Kate e Zach; não consegui me envolver.

Refúgio Sonhado foi uma leitura decepcionante. Porém, cabe a cada um avaliar por si. E você, já leu o livro?


Título Original: The Tycoon's Very Personal Assistant
Autor: Heidi Rice
Editora: Harlequin
Coleção: ModernSexy
Série: Undressed By The Boss- Livro 2
Gênero: Romance Contemporâneo
Sub-Gênero/Assunto: Milionários, Romance de Banca, Amor de Escritório
Período: Atual.

Refúgio Sonhado faz parte de uma série (de multiautoras) chamada Undressed by the boss. Ver A lista no Goodreads.  O livro também tem uma versão Mangá (Ver AQUI). 

Capa Original: 




2/5