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terça-feira, junho 28, 2016

[Resenha] Because Miss of Bridgerton - Julia Quinn


“Sometimes you find love in the most unexpected of places...
This is not one of those times.
Everyone expects Billie Bridgerton to marry one of the Rokesby brothers. The two families have been neighbors for centuries, and as a child the tomboyish Billie ran wild with Edward and Andrew. Either one would make a perfect husband... someday.
Sometimes you fall in love with exactly the person you think you should...
Or not.
There is only one Rokesby Billie absolutely cannot tolerate, and that is George. He may be the eldest and heir to the earldom, but he's arrogant, annoying, and she's absolutely certain he detests her. Which is perfectly convenient, as she can't stand the sight of him, either.
But sometimes fate has a wicked sense of humor...
Because when Billie and George are quite literally thrown together, a whole new sort of sparks begins to fly. And when these lifelong adversaries finally kiss, they just might discover that the one person they can't abide is the one person they can't live without...”




Se tem uma coisa que me incomoda é aquele tipo de fã que não enxerga nada além de perfeição em seu ídolo. Isso vale para fãs de atores e atrizes, cantores...e escritores. É como se o fato de você ser crítico à alguma obra de seu autor(a) favorito significasse que você não é tão fã assim. Vejo muito isso em grupos da Nora Roberts- e me irrita. Bastante.

Por que eu estou dizendo isso? Eu sou fã da Julia Quinn. Muito antes dela ser publicada aqui no Brasil. E por mais que eu adore os livros isso não significa que eu acho eles todos maravilhosos e sem falhas. Ninguém- e nada- é completamente perfeito.

Because of Miss Bridgerton é um caso assim. Gostei bastante, mas esperava beeeem mais.

Para quem é fã de romances históricos e gosta da autora, a simples menção de um livro protagonizado por um Bridgerton já causa siricuticos. Tudo bem que a história se passa antes dos acontecimentos dos livros que a gente tanto ama, mas Bridgerton é Bridgerton, né?

E Billie Bridgerton é uma Bridgerton sem tirar nem por. Irmã mais velha de Edmund (o pai da prole que amamos!), Billie vive com os pais e a irmã mais nova na propriedade da família em Kent, interior da Inglaterra. Ela sabe que tudo será herdado pelo irmão mais novo, que é apenas um menino, mas mesmo assim ajuda seu pai na administração do local. Billie sabe que tem talento para o trabalho mas também sabe que é apenas algo passageiro- nunca uma mulher poderia administrar. Assim como ela também sabe que seu destino é se casar ( o que precisa ser logo, pois já é uma “velha” de 23 anos!) e provavelmente seu futuro marido será um dos irmãos Rokesbys, vizinhos e amigos de longa data. Bem, os irmãos Rokesbys menos George, o irritante irmão mais velho.

Nem preciso dizer com quem ela irá se envolver, né?

Sim, Because of Miss Bridgerton é mas um daqueles romances de “amor e ódio” onde o casal finge que se odeia, passa metade da história se azucrinando pra depois se jogarem nos braços um do outro. Claro, tem o estilo e humor irônico da autora, mas mesmo assim não traz muitas novidades.

Billie e George são ótimos personagens, e os dois tem aquela força que faz a gente torcer por eles. Gostei particularmente de George e pude senti a dor e peso da responsabilidade que ele carrega nas costas. Ele é um homem quase triste, preso pelo destino de ser o filho mais velho. Billie é quase seu oposto, aparentemente livre sem preocupações, mas com o tempo é possível perceber que não é bem assim. Apesar de tudo, é uma moça de família e mais dia, menos dia terá que fazer oq eu é esperado dela: um bom casamento e feliz.

Eu não sou muito fã (em romances) do séc. 18, mas a história aqui foi bem ambientada, com a Revolução Americana como pano de fundo. Parece estranho criticar um livro, que no geral, eu gostei. A história é leve, divertida, com os tons dramáticos nos momentos certos mas falta algo. E, no meu ponto de vista, faltou uma trama melhor. Por mais que os protagonistas (e os outros personagens) sejam ótimos e o pano de fundo da guerra seja de imensa importância para o resto da série, senti que isso não bastou.

Because of Miss Bridgerton é um livro bem divertido. Eu mesma me peguei rindo sozinha em vários momentos, mas não pude deixar de sentir uma pontada de decepção no final da leitura. (E olha que o final deixa a gente morrendo de curiosidade em relação ao próximo livro. ) Uma decepção de fã.

Porém, mesmo com todos os defeitos, quem gosta de romances de época- quem adora Julia Quinn- obviamente não deve deixar de ler. Afinal, Bridgerton é Bridgerton. E sempre vale a pena.


Título Original: Because Miss Bridgerton
Autor: Julia Quinn
Editora: Avon
Gênero: Romance Histórico
Série: Rokesbys – Livro 1
Sub-Gênero/Assunto: Amor e Ódio, Humor
Período: Séc. 18, Inglaterra
Outra Capa:
Adoro as capas das edições britânicas.

4/5
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segunda-feira, dezembro 22, 2014

Between The Devil and Desire, de Lorraine Heath


Jack Dodger sobreviveu às ruas de Londres para tornar-se o proprietário de um exclusivo clube para cavalheiros e em um dos homens mais ricos da Inglaterra. Mas quando o falecido duque de Lovingdon misteriosamente o nomeia tutor de seu herdeiro, um menino de quatro anos, Dodger se vê preso a Olívia, a mãe, que deseja desfazer-se de Jack o quanto antes possível.
Mas este não demora a descobrir um amor que não conhece limites quando acaba apaixonando-se por Olívia e se dá conta de que renunciaria a tudo o que possui só para fazê-la feliz.



**


Um dos melhores Romances Históricos que eu já li. Eu adoro um Romance Histórico mais levinho, despretensioso, mas também é muito bom deparar-se com uma leitura mais densa, dramática. Assim, como fez no primeiro livro da série, In Bed With The Devil, a autora mais uma vez carrega nas tintas dramáticas e faz um livro lindo, de tirar o fôlego.

Jack Dodger é um sobrevivente. Ex menino de rua, ele é agora um razoavelmente respeitável dono de uma casa de jogos. Apesar de ser um homem sério e de poucas palavras, Jack sempre honrou suas promessas e compromissos e quando ele é designado para ser o tutor de um pequeno menino aceita a incumbência, apesar de achar que não é a pessoa ideal para o papel.
Olivia, duquesa de Lovingdon é uma jovem viúva que não entende porque seu falecido marido designou um homem como jack Dodger como tutor do único filho do casal. Porém, não cabe a ela contestar tal decisão mas ficar “de olho” naquele estranho que de repente entra em sua vida- e na vida de seu pequeno filho.

Ah, são tantas coisas para falar sobre este livro! É um história linda, forte e tocante. Jack e Olivia são dois estranhos, vindos de mundos totalmente diferentes mas que por circunstâncias alheias à suas vontades tem que conviver. Não é de se estranhar que a atração sexual seja quase que imediata mas qualquer envolvimento está completamente fora de questão. O mais importante é a vida e a educação de um jovem duque.

Olivia não era apaixonada por seu marido, um homem mais velho e escolhido pelo seu pai, mas eu gostei como a autora não tentou demonizar o falecido duque. De certa maneira ela o amava e o mais importante, respeitava. Ela é um jovem mulher que sempre viveu conforme as convenções e encontrar alguém como Jack Dodger abala totalmente suas estruturas.

Ele é um homem forte, quase rude, mas que desde o princípio mostra um carinho inato pelo menino. Ele sabe mais do que ninguém como abusos na infância podem marcar toda a vida de uma pessoa.

O livro fala sobre abuso e recomeço, redenção. Jack venceu na vida- é fato, mas até encontrar Olivia ele nunca havia realmente se dado conta de que apenas sobrevivia. Olivia, por sua vez, se vê realmente vivendo pela primeira vez.

Foi muito bom ver que a autora não nos apresenta um amor imediato nem sugere que todos os problemas e traumas do passado desapareçam só por que a pessoa se apaixonou. A dor, a vergonha, ainda existem e sempre fará parte da vida da pessoa mas não a define mais.
Between The Devil and Desire é um daqueles livros que tocam fundo. E apesar de toda a carga dramática e ótimos momentos de romance, não é um leitura seco desprovida de humor.
Com uma escrita segura mas suave, a autora nos conduz por uma história inesquecível.

Recomendo!


Apesar de não ter sido lançado no Brasil, o livro foi traduzido por fãs e pode ser encontrado na web com o título Desejando o Demônio. O mesmo vale para o primeiro livro da série.

Título Original: Between the devil and desire
Autor: Lorraine Heath
Editora: Avon (Importado)

Série: Scoundrel of St. James- Livro 2
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Amor Proibido, Abuso, Segunda Chance, Viúva, Crianças
Período: Era Vitoriana.

A Série

In Bed With The Devil é o primeiro livro de uma série Scoundrels of St. James . Cada livro tem começo, meio e fim, porém devido à subtramas e mistérios envolvendo o passado de diversos personagens, a série deve ser lida na ordem correta.

Livro 1-In bed with the Devil
Livro 2-Between the devil and desire
Livro 3- O Nobre e a Plebeia (Surrender to the devil)- sim, este livro foi lançado, totalmente fora de ordem pela Falecida Nova Cultural.
Livro 4- Midnights pleasures with a scoundrel

Outra Capa:



5/5

segunda-feira, dezembro 02, 2013

Victoria e o Charlatão, de Meg Cabot



Lady Victoria Arbuthnot, jovem bonita e rica, cresceu na Índia. Ao completar 16 anos, os seus tutores decidiram que deveria viajar para Londres e debutar a alta sociedade. No entanto, na viagem de navio, a jovem conhece Hugo Rothschild e a sua vida mudará para sempre. Hugo Rothschild, nono conde de Malfrey, é tudo o que uma jovem pode desejar - lindo de morrer, romântico e rico! 




Um romance histórico YA. Sim, apesar da capa “nada a ver” da edição Portuguesa (infelizmente, o livro não foi lançado no Brasil), o livro se passa na Inglaterra dos tempos da Regência e não nos tempos atuais.

Meg Cabot escreveu muitos romances históricos adultos sob o pseudônimo de Patricia Cabot e eu li e gostei muito desses livros. Não é a minha autora favorita do gênero mas, no geral, os livros dela são sempre uma boa diversão. Este livro foi o primeiro histórico dela que sob seu nome real e apesar de não ser um livro extraordinário, foi uma leitura agradável.

O livro começa com a volta de Lady Victoria Arbuthnot para a Inglaterra, após viver a maior parte de sua vida na índia com tutores. Com 16 anos , órfã e muito rica, ela deve morar com seus tios em Londres e arrumar um marido. Um marido “aceitável”, é claro. Na viagem de navio, entre Índia e Inglaterra, Victoria pensa ter conhecido este homem: Hugo Rothschild, conde de Malfrey. Ele parece ser o homem perfeito e Victoria não hesita em aceitar sua proposta de casamento. O problema é Jacob Carstairs. o charmoso capitão do navio, que parece querer tirar Victoria do sério. E pior, quando Victoria chega a Londres, descobre que Jacob não só é muito amigo de seus tios (que o tem em alta estima) como também que ele detesta Malfrey e faz questão de mostrar que acha que ela está fazendo um grande erro.

Não é preciso ser um gênio para saber aonde isso irá acabar, né? Típica história de amor e ódio.

Lady Victoria gosta das coisas do seu jeito, criada como a “senhora da casa” na India, ela se vê em uma situação diferente quando vai morar com os tios e primos. Não que a tratem mal, longe disso. Mas ela não é mas a “senhora”. Confesso que a personagem me irritou um pouco com sua mania de querer sempre “consertar” o que achava ser errado. Victoria é extremamente infantil e suas ações acabam trazendo problemas. Ela não é uma má pessoa, nem exatamente mimada, mas sim inconsequente. E muitas vezes suas ações, por mais irritantes tenham sido os meios, acabam resultando em algo bom. Victoria tem 16, ou seja, é ainda uma adolescente e quando *eu* me dei conta disso, comecei a entender mais a personagem. Na verdade, ela me lembrou um pouco a protagonista de Casamento de Conveniência, de Georgette Heyer.

O grande defeito de Victoria, entretanto, era a incapacidade de admitir um erro. E ela sabia que o noivado com o Conde Malfrey era um erro. Pior, a felicidade e amor estavam bem ali ao lado, na figura do Capitão Jacob.

Ah, Jacob Carstairs, esse sim o melhor personagem do livro! De início, ele dá a entender que Victoria simplesmente o irrita mas aos poucos vamos percebendo que ele simplesmente adora viver tirando-a das confusões em que ela se mete. E também percebemos que animosidade com Malfrey não é motivada somente pelo ciúme. É algo da trama que lembra um pouco Orgulho e Preconceito. Aliás, é bem visível que Meg Cabot se inspirou no clássico de Jane Austen. E não, as histórias não se assemelham, mas alguns elementos estão lá.

E Jacob, levando em conta as devidas e óbvias diferenças, é o Mr. Darcy de Victoria. Eu adorei Jacob e seu jeito irritadiço mas ao mesmo tempo extremamente gentil e amável. Ele é o contraponto, a razão, à intempestividade de Victoria.

Ou seja, eles são perfeitos um para o outro.

De um modo geral, eu gostei do livro, apesar de em alguns momentos o achar um pouco “tolo” demais. Porém, talvez tenha sido a intenção da autora. As emoções e desenvolvimento dos personagens são um pouco superficiais, mas não chegam a comprometer totalmente a leitura, desde que você não seja extremamente exigente. Mas também, se for, este não é o seu tipo certo de leitura, né?

O importante, acho, neste tipo de leitura é o leitor se envolver com a leitura- e eu me envolvi. Ri e suspirei. Muitas vezes isso é o que importa.

Victória e o Charlatão é uma leitura leve, sem grandes elementos dramáticos, mas que diverte e faz sorrir.

Vale a pena a leitura.



***


A Edição

Eu li a edição em Inglês, por isso não saberia dizer sobre a “condição”da edição portuguesa. Além da capa, é claro, que é totalmente equivocada. Além disso, o título português não me agradou muito. O título está absolutamente correto, mas sei lá, acostumei-me a “traduzir” rogue como libertino ou algo do gênero. Porém, devo admitir que, neste livro, Charlatão faz mais sentido. Só não gosto da palavra.




Título Original: Victoria and the Rogue
Autor: Meg Cabot
Editora: Importado
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Jovem Adulto , Amor e Ódio
Período: Regência. Inglaterra.


Outras Capas:


3.5/5

--> E já sabem, né? Qualquer erro favor avisar para que eu possa corrigir!<--

segunda-feira, setembro 30, 2013

Call Me Irresistible, de Susan Elizabeth Phillips



Meg Koranda es la mejor amiga de Lucy Jorik, que esta a punto de casarse con Ted Beudine. Ted es la clase de hombre por quien toda mujer suspira, al que todo los padres adoran, y cuya vida quisiera tener cualquier hombre. Es el tipo perfecto para cualquier mujer, salvo para Lucy. Meg consigue convencer a su amiga de que con Ted no va a encontrar la felicidad. Una vez que se suspende la boda, Meg es quien carga con las culpas de haber destruido los suenos romanticos de Ted. Y para complicar aun mas las cosas, Meg se queda tirada con el coche en la ciudad natal de Ted, sin dinero y con un novio muy disgustado, pero esta segura de que puede sobrevivir con su ingenio. Que es lo peor que puede pasarle? Perder el corazon por el mismisimo don Irresistible? (Sinopse da edição espanhola)



Chick-Lit agradável e sem muitas pretensões, Call Me Irresistible é daquelas leituras de “uma tarde”; ótima para passar o tempo em um domingo chuvoso.

Eu não sou a mais entusiasta do gênero, mas isso não quer dizer que eu não me arrisque de vez em quando. E essa foi uma “arriscada” que deu certo. Eu comprei o livro simplesmente porque gostei da capa, eu confesso, mas felizmente não me arrependi. Talvez não tivesse comprado se soubesse que este era o sexto (!!) livro de uma série de 7.

Pois é, Call Me Irresistible faz parte de uma série e eu não sabia disso. Quem me conhece sabe que eu odeio ler livros de uma série fora da ordem mas, desta vez, resolvi tentar. Serei honesta, pra ler e entender este livro sem ter lido os anteriores. A história principal é bem “compreensível”, porém não vou negar que muitas vezes me senti como se tivesse ouvindo uma piada interna, da qual não fazia parte. O livro tem várias referências à acontecimentos e casais de livros anteriores mas nada que não dê para ir “levando”.

Call Me Irresistible começa quando Meg Koranda, uma mimada filha de famosos de Hollywood, vinte e muitos anos, chega à Wynette, uma pequena cidade do Texas, para o casamento de sua melhor amiga, Lucy. Lucy é filha de uma ex-presidente dos Estados Unidos e seu noivo, Ted Beaudine é o filho preferido da pequena cidade. Lindo, rico e carismático.
É o casamento perfeito. Menos para Meg. Ela acha que os dois não combinam- e deixa a sua opinião clara para a sua amiga.
O que acontece a seguir é que, de certa forma, influenciada pela amiga, Lucy larga o noivo no altar e foge da cidade.

A noiva foge, mas Meg acaba ficando e é logo chamada de traidora pra baixo pelos moradores do lugar. O pior de tudo é, decido à uma série de infortúnios ela é obrigada a ficar na cidade e aguentar não só a raiva dos moradores mas principalmente o ódio de Ted, o noivo abandonado.

É claro que este ódio toda vai acabar se transformando em paixão, né? Ao mesmo tempo em que Meg percebe que já está na hora de crescer.

Eu não simpatizei com Meg logo de cara. Na verdade, a achei uma verdadeira bitchie. Sério, se ela achava que a amiga não combinava com o noivo, então falasse antes e não no dia do casamento, né? Depois, o fato da pessoa viajar só com cartões de crédito e sem nenhum dinheiro vivo. Na boa, é muita estupidez! Mas, eu não fui com a cara dela, especialmente, por ser muito mimada e chatinha mesmo.

Contudo, ainda bem, essa má impressão foi logo se diluindo. Meg cresce. E eu adoro ver personagens que evoluem, se desenvolvem, no decorrer da leitura. De garota mimada, “filha de Hollywood”, Meg se torna uma mulher mais forte, sabendo mais o que quer da vida e do futuro.

Meg sofre muito na cidade. Todos a odeiam e em vários momentos eu senti um misto de angústia e sofrimento por ela.

Ted, o noivo abandonado, à princípio,parece ser mais um daqueles machos-alfa, ogro-like. O que ele mais quer é humilhar Meg e a gente sente uma raivinha dele, mas aos poucos, o homem seco e, aparentemente, desprovido de paixão e sentimentos, começa a mostrar sua verdadeira face. É um personagem interessante e que mostra que não é preciso chorar e expor a própria dor para provar que tem sentimentos, que está sofrendo.

Ele e Meg tem um começo intempestivo e não é um casal que a gente torce de imediato, mas pouco a pouco, é impossível imaginar um sem o outro.


Call Me Irresistible foi uma leitura interessante, com um começo um pouco claudicante (eu queria muito usar essa palavra, rs!) mas que, pouco a pouco, foi me conquistando. Meu lado escorpiana-vingativa, ficou um pouco decepcionada, mas como um romance leve e divertido, o livro é uma ótima pedida.

Recomendo.

Título Original: Call Me Irresistible
Autor: Susan Elizabeth Phillips
Editora: Avon (Importado)
Gênero: Chick-Lit
Série:Wynette, Texas- Livro 6/7
Sub-Gênero/Assunto: Amor e Ódio, Romance Contemporâneo
Período: Contemporâneo. Wynette, Texas.

A Série
Infelizmente essa série não foi lançada no Brasil. A lista com os livro está Aqui.

Outras Capas:


***



Este livro foi minha leitura para o tema 18 do Desafio Realmente Desafiante-
18. Ler um livro com a capa com letras amarelas.




3.5/5 (um 3,75, na verdade)

segunda-feira, novembro 05, 2012

A Night Like This, de Julia Quinn


Anne Wynter’s job as governess to three highborn young ladies can be a challenge – in a single week she finds herself hiding in a closet full of tubas, playing an evil queen in a play and tending to the wounds of the oh-so-dashing Earl of Winstead. After years of dodging unwanted advances, he's the first man who has truly tempted her, and it's getting harder and harder to remind herself that a governess has no business flirting with a nobleman.

Daniel Smythe-Smith might be in mortal danger, but that's not going to stop the young earl from falling in love. And when he spies a mysterious woman at his family's annual musicale, he vows to pursue her. But Daniel has an enemy, one who has vowed to see him dead. And when Anne is thrown into peril, he will stop at nothing to ensure their happy ending


**



Primeiramente, quero pedir desculpas pela resenha "pobrinha". Estou sem qualquer inspiração! :(

Segundo livro da série Smythe-Smith Quartet, A Night Like This. não é tão bom quanto o livro anterior, Just Like Heaven  mas ainda assim é uma deliciosa diversão. Quem me conhece sabe que sou fã da Julia Quinn e aqui- mais uma vez- ela não decepciona.

O livro começa bem no final do livro anterior ( o que se sugere a leitura da série na ordem), com o retorno do filho pródigo Daniel Smythe-Smith , após um exílio forçado na Itália. De volta à Inglaterra, reencontra a família e é claro e depara-se com os infames concertos musicais. Contudo, existe um rosto diferente no musical. É Anne Wynter, dama de companhia de suas primas e tão péssima musicista quanto elas.

É paixão à primeira vista.

Daniel deixa bem claro que está interessado em Anne desde o primeiro momento que a vê, mas ela, consciente de sua posição inferior, sabe que nenhuma relação entre os dois terá futuro- até mesmo porque existem coisas sobre o seu passado que ela não gostaria que ninguém soubesse.

Aqui, nesta estória de amor, o homem é que tem o papel de “avoado apaixonado” e a mulher é quem tem os pés no chão. Não que Daniel seja um tolo, mas me pareceu que ele não parecia perceber que Anne tinha muito mais a perder com qualquer envolvimento amoroso entre eles do que ele. Uma estória de amor proibido é linda, mas raramente patrões e empregadas de casavam e Anne sabia disso.

Anne é uma personagem forte, que passou por muita coisa, mas que sabe que a sociedade é implacável com certos deslizes. E que certas estruturas são praticamente imutáveis. Diferentemente de Daniel, ela não admite tão facilmente estar apaixonada, porém quando um perigo o ameaça ela é capaz de ... já ia falar demais, né?

Quando eu mencionei que achei o primeiro livro melhor, é porque, como casal, achei Honoria e Marcus, de Just Like Heaven, mais interessantes, porém isso não quer dizer que Daniel e Anne não tenham química ou algo do gênero. É apenas uma questão de gosto. As cenas de romance dos dois são extremamente delicadas.

Um dos grandes destaques do livro- de quase todas as tramas da autora, aliás- são os personagens coadjuvantes. Eles são um show à parte. É impossível não rir com as primas de Daniel, principalmente a pequena Frances e sua obsessão por unicórnios. A parte dos ensaios da peça de teatro é impagável.

A Night Like This é uma deliciosa estória de amor, uma fantasia romântica, para se ler com um sorriso no rosto. O tipo de livro que te faz esquecer das preocupações da vida por algumas horas. E só por isso, ele mais do que vale a pena.

Recomendo.


Título Original: A Night Like This
Autor: Julia Quinn
Editora: Avon (Importado)
Gênero: Romance Histórico
Série: Smythe-Smith Quartet-Livro 2
Sub-Gênero/Assunto: Romance
Período: Regência.


Série:

Livro 1- Just Like Heaven
Livro 2- A Night Like this
Livro 3- Ainda sem Título- (Previsão de lançamento: 2013)



Outra Capa:




EXTRAS

Site da Autora: www.juliaquinn.com
Facebook Fanpage- AQUI
Twitter: @ldywhistledown (não é bem um twitter da autora mas sim de uma de suas personagens, Lady Whistledown) É como se fosse um alter-ego.
Twitter: @jqauthor

Cotação:
4/5

terça-feira, outubro 02, 2012

Waking Up With The Duke, de Lorraine Heath


"Famoso por suas proezas na cama, Ransom Seymour, o Duque de Ainsley, tem uma dívida a um amigo. Mas o pagamento esperado é o mais chocante, até mesmo para um libertino como ele: Ainsley está sendo solicitado a dar à esposa de seu amigo o que ela mais cobiça: uma criança.
Vivendo para o prazer, eles vão darão os seus corações. . .
Lady Jayne Seymour, Marquesa de Walfort, está furiosa com esse acordo escandaloso. Se ela consente, deve haver regras: não beijar. . . e, certamente, nenhum prazer. Até que o amor toma-os de surpresa. "




Sinopse no Original: AQUI



Livro lindo. Simplesmente lindo. Terceiro livro de uma série, da qual não é necessária a leitura dos anteriores (de verdade! Vocês sabem como eu sou chata com isso), Waking Up With The Duke é o livro ideal para quem gosta de um bom romance histórico, mas que também quer algo algo “além”da mesmice. É um "romanção" na sua total plenitude. Daqueles que emocionam de verdade.

Eu fiquei simplesmente tocada não somente com a história mas com a maneira com que a autora a conduziu.

A trama toda pode parecer um pouco improvável à princípio, mas pouco a pouco nos vemos tão envolvidos na história e com os personagens que tudo faz sentido.

Tudo começa quando Ransom Seymour, o Duke de Ainsley recebe um pedido impossível de seu melhor amigo, Walfort, e primo: este quer que Ainsley engravide sua esposa, Lady Jayne Seymour, marquesa de Walfort. Seria um pedido absurdo (e é) e impossível se Ainsley não tivesse uma dívida para com o amigo; ele foi, de certa forma responsável pelo acidente no qual o outro ficou paralitico. E não só paralítico, mas também impotente. Para adicionar mais drama, Jayne estava grávida à época e perdeu o bebê.

É um pedido ultrajante, sim, ainda mais que Jayne sente um rancor profundo por Ainsley, mas todos sabem que esta é a única maneira dela realizar seu maior sonho: ser mãe.

O plano é que os dois devem ficar juntos durante um mês. E é esse mês que toma a maior parte do romance. São cenas lindas. A primeira vez deles é tão seca que dói. Jayne quer tanto que tudo seja totalmente “desprovido de emoção” que isso acaba sendo impossível. O mês junto serve não só para eles “cumprirem o trato”, mas também, e principalmente, para se conhecerem melhor. Pouco a pouco vai surgindo uma amizade entre eles e, é claro, um amor. É situação difícil, impossível , em que todos sabem não haverá vencedores.

As cenas de amor e sexo que começam, como eu mencionei, de forma crua, seca, aos poucos vão criando uma força e uma dimensão enormes. Ainsley ensina Jayne a amar e, mais importante, a se amar; A se conhecer como mulher. Algo muitas vezes improvável naqueles tempos de moralismo vitoriano.

Ainsley é o primeiro a admitir que a ama mas ele sabe que este é um sentimento em vão e mais do que tudo, proibido. Aquele mês não era para ser algo romântico. Ele inadvertidamente se entrega à uma relação que sabe não ter futuro.

“He wanted to tell her how beautiful she was, how much He adored her smile, how desperately he wanted to hear her laugh. He wanted to confess that he’d do anything to ensure her happiness. But just as he had last night, he kept the words locket deeply inside, where they could not be mocked, could not bring pain to either of them.”


Já Jayne demora em se entregar. Ela viveu a maior parte de sua vida adulta em função do marido e mesmo que não houvesse uma paixão entre eles, sempre houve respeito e companheirismo. Ela sempre culpou Ainsley pelo acidente, mas talvez as coisas não sejam tão simples, principalmente quando sentimentos mais profundos vão surgindo. É muito interessante e bonito ver como ela vai descobrindo o que é a paixão, o que é ser amada; é a descoberta do amor e do sexo. Para se ter uma ideia, de início ela não aceita nem beijos durante o “ato”.

O livro não tem vilões e este foi um dos motivos que eu mais gostei da leitura. Todos são vítimas das circunstâncias e de seus próprios sentimentos. Seria muito fácil a autora ter descrito um casamento horrível entre Walfort e Jayne, mas nada é tão simples.

Ainsley e Jayne- e até mesmo Walfort, afinal ele faz parte desse drama, são personagens fortes e imperfeitos. Por muitas vezes eu senti tristeza, amor e raiva com eles.

Eu geralmente não gosto de livros que falem sobre adultério (este, em última instância também é sobre isso), mas, aqui, meu habitual desconforto com o tema foi suplantado pela beleza do texto. É lindo.

O único defeito, penso eu, foi o final. Achei as soluções apresentadas pela autora muito rápidas e “saídas da cartola”. Entendo que foi a necessidade de um final feliz, mas mesmo assim me desagradou um pouco. Perdeu meia estrelinha porque eu sou bem exigente em relação à 5 estrelas.

De qualquer forma, este é um livro maravilhoso.

Recomendo muito.


***

Título Original: Waking Up With The Duke
Autor: Lorraine Heath
Editora: Avon
Gênero: Romance Histórico
Série: London's Greatest Lovers 3/3
Sub-Gênero/Assunto: Amor Proibido
Período: Inglaterra. Era Vitoriana


A Série

London's Greatest Lovers

Livro 1-Passions of a Wicked Earl
Livro 2- Pleasures of a Notorious Gentleman
Livro 3- Waking Up With The Duke

Termômetro Hot:  

[O que é Isso?]

Cotação:
4.5/5

terça-feira, julho 17, 2012

Desires of a Perfect Lady [Romance Histórico]


Título Original: Desires of a Perfect Lady
Autor: Victoria Alexander
Editora: Avon [Importado]
Gênero: Romance Histórico
Série: Irmãos Harrington- Livro 2
Sub-Gênero/Assunto: Segunda Chance, Aventura, Abuso, Caça ao tesouro
Período: Inglaterra, Egito e Itália. Era Vitoriana.
Uma década atrás, Olivia esperava se casar com o Conde de Wyldewood, só para ter a felicidade roubada dela antes que o anel pudesse ser colocado em seu dedo. Agora ele aparece diante dela, tão orgulhoso e arrogante e bonito como sempre, prometendo salvá-la. Bem, ele tem muita coragem aparecendo depois de todos esses anos. Onde ele estava quando ela precisava dele?
Quanto ao conde, escândalo nunca o tocou manchou seu nome. Mas sua inclinação para fazer semmpre o que é o esperado faz com que sua família o chame de, bem, enfadonho. Não é deixar de lado as convenções da sociedade e fazer o que ele sempre quis? E em primeiro lugar na sua lista: Olivia em sua cama - com ou sem um casamento.

quinta-feira, julho 05, 2012

Simplesmente o Paraíso (Just Like Heaven)- Julia Quinn

Honória Smythe-Smith é:

A) uma violinista muito ruim
B) ainda irritada por ter sido apelidada de "Bug", quando criança
C) NÃO está apaixonada pelo melhor amigo de seu irmão mais velho
D) Todas as alternativas acima

MARCUS HOLROYD é:
A) Conde de Chatteris
B) infelizmente propenso a tornozelos torcidos
C) NÃO está apaixonado pela irmã mais nova de seu melhor amigo
D) Todas as alternativas acima

Juntos, eles:
A) comem um pouco de bolo de chocolate
B) sobrevivem a uma febre mortal E ao pior desempenho do mundo musical
C) apaixonam-se desesperadamente.

É Julia Quinn na sua melhor forma, para que você saiba a resposta é ...

D) Todas as alternativas acima

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Blue Smoke and Murder, de Elizabeth Lowell


Título Original: Blue Smoke and Murder
Autor: Elizabeth Lowell
Editora: Avon
Gênero: Suspense Romântico
Série: St. Kilda Consulting- Livro 3
Sub-Gênero/Assunto: Crime e Mistério, Arte, Guarda-Costas, Romance Contemporâneo
Período: Oeste, Meio-Oeste Americano. Dias Atuais.
Jill Breck was just doing her job as a river guide when she saved the life of Lane Faroe, son of two of St. Kilda Consulting's premier operators. But when a string of ominous events—including a mysterious fire that kills her great-aunt and a furor in the Western art world raised by a dozen Breck family paintings—culminates in a threat to her life, Jill reluctantly calls in a favor.

Zach Balfour works part-time as a consultant for St. Kilda. His expertise is gathering and analyzing information from unlikely and often dangerous sources. Though he's got the skills to be a highly effective bodyguard, being a bullet catcher isn't his preferred way to spend time.
Protecting Jill will take him into familiar territory—among a strange, savagely competitive bunch of collectors who'll do anything to stay at the top. But Jill is in deeper waters than she's ever known; as she soon discovers, the perils of running wild rivers are tame compared with the hidden dangers in the high-stakes game of art collecting.

From the cozy rooms of the Breck homestead cabin to the cold multimillion-dollar galleries of the Western art circuit, Zach and Jill must race against time to unmask a ruthless killer hidden in a blue smoke of money, threats, lies, and death. . . .





terça-feira, julho 19, 2011

Sex, Lies, and Online Dating, de Rachel Gibson [Amigas Escritoras 1]

Título Original: Sex, Lies, and Online Dating
Autor: Rachel Gibson
Editora: Avon Books
Gênero: Chick-Lit
Temas:Romance Contemporâneo,Suspense Romântico,Crime e Mistério
Série:Amigas Escritoras (livro 1/4)
Período: Atual
O que há com os homens, afinal? Carros ruins, maus empregos, até memso dentes ruins - E depois de muitos encontros com homens que conheceu na internet, homens com nomes como 'luvstick' e 'bigdaddy182,' Lucy Rothschild deveria saber mais.

MENTIRAS. . . Mas, sentado em frente a ela está "hardluvnman ', e ele parece diferente - sensível, honesto e hot! Ele diz ser um encanador, enquanto Lucyafirma que ela é enfermeira! Na verdade, ela é uma escritora de mistério, namorando on-line enquanto pesquisa para seu próximo livro livro. Hey, todo mundo mente um pouco, não é?

quinta-feira, julho 14, 2011

Wedding of the Season , de Laura Lee Guhrke [Romance Histórico, Inédito]

ETA: Este livro foi publicado em Portugal! (13/10/2011)

Autora: Laura Lee Guhrke
Editora: Avon Books
Gênero: Romance Histórico
Temas:Segunda Chance, Amizade
Período: Inglaterra, 1902.
Lady Beatrix Danbury has always known she would marry William Mallory. She’d loved him forever, and she’d never doubted he loved her, too. But when she made him choose between their life together and his lifelong dream, Will chose the latter, and left two weeks before their wedding.
Return of the duke…
Will has no illusions that Beatrix will welcome him back with open arms, but six years has not diminished his love or his desire for her. The only problem is that she’s about to marry someone else. Someone safe and predictable… the complete opposite of Will. But can he stop the wedding of the season and win Beatrix back, or is it just too late?.

Sinopse traduzida
Lady Beatrix Danbury sempre soube que se casaria com William Mallory. Ela sempre o amou e nunca duvidou de que ele a amava também. Mas quando ela o fez escolher entre uma vida em comum e o sonho de uma vida inteira, Will escolheu o último, e a deixou duas semanas antes de seu casamento.

Retorno do Duque ...

Will não tem ilusões de que Beatriz irá recebê-lo de braços abertos, mas seis anos não diminuiram seu amor ou seu desejo por ela. O único problema é que Beatrix está prestes a se casar com outra pessoa. Alguém seguro e previsível ... o completo oposto de Will. Mas poderá ele impedir o casamento da temporada e conquistar Beatrix de volta, ou já é tarde demais?

quarta-feira, abril 06, 2011

To Catch An Heiress, de Julia Quinn (Inédito no Brasil)

Um Romance Histórico maravilhoso. Simplesmente divertidíssimo!
Título Original: To Catch an Heiress (tradução livre: Agarrando uma Herdeira )
Autor: Julia Quinn
Editora: Avon
Coleção: Historical Romance
Série: Agents of the Crown (Agentes da Coroa) Livro 1/2
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Humor, Segunda Chance, Espionagem
Período: Regência
 Quando Caroline Trent é seqüestrada por Blake Ravenscroft ela não tenta evitar este perigoso e bonito agente da Coroa. Depois de tudo, ela esteve a maioria de seus dias fugindo das ofertas indesejadas de matrimônio do filho de seu guardião. Sim, Blake acredita que ela é uma espiã chamada Carlotta de Leão, mas só será por seis semanas, até seu vigésimo primeiro aniversário, então ela terá o controle de sua fortuna. Enquanto se ocultasse na companhia de seu captor misterioso e sombrio, isto será muito conveniente e romântico.

A missão de Blake Ravenscroft é levar ‘Carlotta’ à justiça, não apaixonar-se. Seu coração se endureceu durante anos por causa da perda de sua noiva querida. Mas esta pequena tentadora garota prova ser estranhamente tenra e deliciosamente adorável. E repentinamente, o inconcebível se converte em possível. Será que este casal tão diferente está destinado ao amor?
(adaptado da Sinopse do ebook traduzido por fãs)

sexta-feira, julho 02, 2010

Romancing Mr. Bridgerton, de Julia Quinn




Romancing Mister Bridgerton - Photobucket


Inédito!

Título Original: Romancing Mister Bridgerton (Tradução Livre: Enamorando o Sr. Bridgerton)
Autor: Julia Quinn
Editora: Avon
Série: Bridgertons (livro 4 de 8)
Gênero: Romance
Sub-Gênero/Assunto: Romance Histórico, Falsa Identidade, Amizade
Período: Inglaterra. Regência.

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