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terça-feira, maio 31, 2016

[Resenha] Ligeiramente Seduzidos, de Mary Balogh



Jovem, estonteante e nascida em berço de ouro. É apenas isso que Gervase Ashford, o conde de Rosthorn, enxerga em Morgan Bedwyn quando a conhece, num dos bailes da alta sociedade inglesa em Bruxelas.

Em circunstâncias normais, ele não olharia para ela duas vezes prefere mulheres mais velhas e experientes. Porém, ao saber que Morgan é irmã de Wulfric Bedwyn, a quem Gervase culpa pelos nove anos que passou longe da Inglaterra, decide que ela é o instrumento perfeito para satisfazer seu desejo de vingança.

Mas Morgan, apesar de jovem e inocente, também é independente e voluntariosa e, assim que entende as intenções do conde, se prepara para virar o jogo e deixar claro que não se deixará manipular por ninguém.

Em Ligeiramente Seduzidos, quarto livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos brinda com mais uma história fascinante. Em uma trama repleta de traição e vingança, escândalo e sedução, ela mostra que o caminho para o amor pode ser difícil, mas que a recompensa faz cada passo valer a pena.





Ótimo como literatura, mas o romance...

Esta foi uma daquelas resenhas difíceis de se fazer; ao mesmo tempo que eu gostei do livro, achei que ele também deixou bastante a desejar.

Ligeiramente Seduzidos é quarto livro da deliciosa série Os Bedwyns e conta a história da mais nova da família, Morgan Bedwyn, a única que não herdou o característico nariz da trupe.

À primeira vista, o livro é sobre vingança, mas logo de início vamos percebendo que não é exatamente sobre isso. Apesar do tema estar sempre presente, é a questão da guerra (as perdas e os horrores) que mais está entremeada no decorrer da história. É mais a guerra- e suas consequências- e não a vingança que faz tudo se desenrolar.

Gervase Ashford passou nove anos longe da Inglaterra, em um exílio imposto por seu pai, amargurando a saudade de casa e nutrindo um ódio por Wulfric Bedwyn, quem ele julga ser responsável por sua infelicidade. Ele nunca havia pensado seriamente em se vingar do chefe da família Bedwyn, porém, quando, por acaso, na Bélgica, conhece a irmã mais nova dele, Morgan, a ideia de vingança tornar-se irresistível. Morgan é bonita, rica, voluntariosa, mas também tem somente 18 anos. Facilmente “seduzível”. Bem, fácil não é bem a palavra. Está certo, eles se tornam muito próximos, mas o que os aproxima não é somente uma questão de atração, mas uma amizade muito forte- uma amizade que começa a surgir quando a guerra e a morte chega mais perto do que eles poderiam imaginar.

Ligeiramente Seduzidos é muito bem escrito. A primeira parte, principalmente, é ao mesmo tempo cheia de nuances e cores fortes da dor e da morte dos soldados e daqueles que cuidam deles. A escrita aqui é primorosa e forma como a autora vai transformando aquela mocinha meio metida em alguém que literalmente põe na mão na massa é maravilhoso. No ponto mais triste do livro, é quase palpável a dor dela- e também a de Wulfric. Existe um momento específico que aquele homem aparentemente sem emoção se deixa entregar pela dor. Sem uma palavra ser dita.E é lindo.

O problema é que o livro é bom por causa disso e não devido ao casal. Nada contra Gervase e Morgan. Eu até gostei dos dois, mas faltou romance. Pura e simplesmente. Além disso, a questão da vingança acabou sendo mal aproveitada, a meu ver. Gervase me pareceu muito indeciso e esperava um pouco mais de ação- de drama!- nesse quesito. Até gostei de algumas soluções que a autora deu, colocando em pauta alguns assuntos tabus.

Apesar de ter me emocionado em alguns momentos, Ligeiramente Seduzidos não foi aquele tipo de livro que me fez suspirar- e isso eu acho um pouco triste, pois a série como um todo é deliciosa. Penso que o livro está mais para um drama bem feito do que para um romance arrebatador.

De qualquer forma, apesar de tudo, é uma leitura que faz pensar e que vale muito a pena conferir.


A série

Os Bedwyns é o spin-off de dois livros ainda não lançados no Brasil:
Livro 1- One Night For Love
Livro 2- A summer to Remember

Os Bedwyns

Livro 1-Ligeiramente Casados
Livro 2-Ligeiramente Maliciosos
Livro 3-Ligeiramente escandalosos
Livro 4- Ligeiramente Seduzidos
Livro 5- Ligeiramente Pecaminosos
Livro 6- Ligeiramente Perigosos


Título Original: Slightly Tempted
Autor: Mary Balogh
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance Histórico
Série:Bedwyns – Livro 4
Sub-Gênero/Assunto: Vingança, drama
Período: Regência. Inglaterra.

Outra Capa:



3.5/5
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terça-feira, fevereiro 10, 2015

[Resenha] A Libélula No Âmbar- Diana Gabaldon

"Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo… e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII.
O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Com tudo o que conhece sobre o futuro, será que ela conseguirá salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?"


Não foi uma questão de expectativas, até porque eu não tinha me encantando com a leitura de A Viajante No tempo, o primeiro livro da série Outlander, porém, não posso negar que esperava mais. Bem mais.

O começo até que me agradou, talvez (talvez, não, com certeza) por ser narrado em terceira pessoa e estamos diante de uma Claire Randall vinte anos mais velha, mãe de um uma jovem, Brianna. Este inicio não apresenta muito de novo mas de não tê-la como foco único da narrativa já me agradou.
Porém, nada dura para sempre e voltamos ao século XVIII e à narração em primeira pessoa.

E uma enrolação sem fim. A primeira coisa a ser dita é que A Libélula no Âmbar não é um romance e sim uma aventura, tendo isso em mente, a leitura torna-se um pouco mais fácil. Um pouco. Não vou mentir, desgosto do personagem da Claire desde o primeiro livro, mas nutria uma certa simpatia por Jamie, porém, aqui, até ele conseguiu ficar enfadonho. Tudo é enfadonho.

A autora tem um sério problema de falta de coesão e uma necessidade quase patológica de mostrar que conhece História (conhece mesmo?); assuntos completamente sem importância são esmiuçados e outros, importantíssimos para trama passam quase despercebidos. Qual foi o critério? As descrições são longas e chatas, assim como os diálogos.

Eu me via simplesmente querendo terminar o livro. Outro fato que me incomodou profundamente foi a “relação” de Claire com Frank, seu marido. No primeiro livro, o coitado foi praticamente esquecido. Em A Libélula no Âmbar, a autora parece que “se lembrou” do cidadão e de repente Claire passa a ter consciência da existência do ser.

Obviamente nem tudo foi péssimo, algumas passagens foram sim interessantes (particularmente gosto bastante da irmã e cunhado de Jamie) foram muito poucas e muito rápidas. Assim como em A Viajante no Tempo, o livro melhora um pouco no final, mas foi muito pouco e muito tarde. E este final me deixou curiosa em relação ao terceiro livro. Eu sei, é estranho, mas é a verdade. Acho que este é o maior elogio que posso dar à A Libélula no Âmbar

Esta foi a minha opinião. Leia e me diga o você achou.




A Série

Livro 1- A Viajante no Tempo- Resenha
Livro 2- A Libélula no Âmbar- [Resenha]
Livro 3-  Resgate no Mar- Parte 1-
Livro 3- Resgaste no Mar-Parte 2-
Saiba Mais AQUI


Título Original: Dragonfly in amber
Autor: Diana Gabaldon
Editora: Saída de Emergência
Série: Outlander- Livro 2
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Aventura, Viagem no Tempo, guerra,
Período: 1968 e 1745. Escócia.
Capa original:

2.5/5

segunda-feira, abril 21, 2014

A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak


A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.



Não gostei, pra dizer o mínimo. E nem foi uma questão de expectativas. Altas ou Baixas. Este foi um daqueles raros casos em que eu sabia muito pouco sobre o livro antes de ler; sabia que se passava durante a Segunda Guerra e quem narrava a história era a Morte. Só. A verdade é que fiquei curiosa por causa do filme (que, a propósito, eu gostei, apesar do carisma ZERO da protagonista) e como a minha mãe tinha em casa...

Bem, comecei a leitura sem esperar muita coisa- o que foi ótimo, senão minha decepção teria sido ainda maior. A Menina Que Roubava Livros foi um dos livros que mais demorei para terminar de ler e, sério, só não abandonei na metade porque me forcei a ler a te o final. Forçar é a palavra chave aqui.

Claro que eu não detestei tudo no livro. Achei interessante o fato de a Morte ser a narradora. Além disso, inicialmente, me agradou o fato da história se passar numa cidade da Alemanha, sob o ponto de vista Alemão.

Bem, foi isso que eu gostei no livro- e devo dizer que, ao final, só o fato de a Morte ser a narradora é que se provou interessante realmente.

O meu problema com Amenina que Roubava Livros já começou – e terminou- com o estilo do autor. Não gostei nenhum pouco. Achei truncado e, principalmente, muito pretensioso. Parecia que cada frase estava destinada a ser “memorável”, a “emocionar”. Não gosto disso. Prefiro um estilo mais solto e, principalmente, mais verdadeiro. Sem contar que me irritava profundamente a inserção SEM FIM de palavras alemães no texto. Eu adoro a língua alemã. Eu estudo Alemão! Mas aqui ficou tão forçado! A família era Alemã, falando alemão na Alemanha. Pra quê, enfiar tantas palavras alemães no texto?! Um Nein ou uma hora ou outra, para dar a sensação de inserção, tudo bem, mas toda hora ficou péssimo.

Sim, sinto muito, mas achei o livro chato demais. Talvez eu até tivesse relevado algumas "questões" se o livro fosse menos CHATO.

Como eu disse anteriormente, eu gostei da “Morte Narradora”, porém esse artifício narrativo acabou transformando a Morte na única personagem verdadeiramente humana do livro. Eu li em uma outra resenha que as Personagens do livro eram autômatos, sem vida. Não posso discordar. Autômatos e unidimensionais. Liesel, a tal que roubava livros, é de uma falta de carisma e sentimentos que me irritou terrivelmente. Talvez o autor quisesse mostrar a inocência infantil perante o horror da Guerra, não sei. Penso que, se esse foi o caso, ele deveria ter assistido ao filme “Adeus, Meninos”- este sim um ótimo retrato da infância na Segunda Guerra.

Obviamente o livro está recheado de momentos “emocionantes”, como a amizade com a mulher do prefeito e o clichê “Judeu no Sótão”, porém, o autor tinha tantas coisas mais que poderiam ser exploradas! Essa copia descarada de “Anne Frank” só fez piorar o que já estava ruim.

Mas, sabe, o que mais me incomodou em A Menina Que Roubava Livros foi a forma como a Segunda Guerra, mais especificamente, a Segunda Guerra na Alemanha- sob o ponto de vista de uma família alemã, foi retratada. EXTREMAMENTE Superficial. E aqui, no quesito superficialidade soma-se a minha opinião à respeito dos personagens; unidimensionais.

Eu cresci ouvindo histórias sobre a Segunda-Guerra, minha família foi extremamente afetada por esse conflito. Desde meus avós que já moravam no Brasil, mas, por serem alemães foram expulsos de Santos, até tios, bisavós e outros parentes que moravam na Alemanha. A casa da minha família em Hamburgo foi destruída no famoso Bombardeio dos Aliados. Eu me lembro da minha avó lendo as cartas da família, contando que não havia mais casa; na verdade, não havia mais nada. Meus avós contavam como foi fácil para Hitler seduzir o povo. O povo queria ser seduzido. Faltava tudo e aquele homem parecia ser o grande Salvador. Eu ouvi sobre a difícil relação com os Judeus (como num dos raros momentos acurados do livro em que o pai de Rudy pensa que não desejava mal aos Judeus, mas gostava do fato de não tê-los mais como concorrentes.)

Eu tenho até hoje uma foto de meus avós sentados ao lado de uma bela moça de cabelos claros. Lembro que certa vez perguntei a minha avó quem era aquela mulher. Minha avó respondeu que era uma das melhores amigas da irmã de meu avô. Na foto, de 1937, ela estava sorrindo, alegre. Poucos anos depois, ela se mataria. Era judia- e foi convidada para uma “viagem de trem”.

Lembrando dessas e de tantas outras histórias que meus avós contavam (o que não era fácil para eles, pois a II GM ainda é- e sempre será- uma grande mancha na História da Alemanha) e todo sentimento empregado em cada palavra, eu esperava ao ler A Menina que Roubava Livros algo, no mínimo, similar. Encontrei apenas pretensão- e vazio.

(Além da chatice)

***
E só pra constar, Kristallnacht é (ou foi) “A Noite dos Cristais”, senhor tradutor; JAMAIS “A noite das vidraças quebradas”. Affe.

Título Original: The Book Thief
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrinseca
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Drama, Guerra.
Período: Segunda-Guerra Mundial. Alemanha.
Outras Capas:





Cotação:

Qualquer erro que você encontrar, por favor me avisar para que eu possa corrigí-lo, tá? :)

terça-feira, setembro 18, 2012

A Rainha do Ar e das Sombras, de T.H. White


Título Original: The Queen of Air and Darkness
Autor: T.H. White
Editora: W11
Gênero: Fantasia
Série: O Único e Eterno Rei- Livro 2/5
Sub-Gênero/Assunto: Mitologia, Guerra, Romance Histórico , clássico
Período: Grã-Bretanha. Era Medieval.
" Neste segundo volume de O único e eterno rei, coleção de cinco livros que reúne a maravilhosa saga do Rei Arthur escrita por T.H. White, a aventura continua: surpreendente, mágica e hilariante. Desta vez, a história começa entre as brumas e os rochedos esculpidos pelo mar do reino de Morgause, a bela e fútil irmã de Morgana Le Fay.
Enquanto isso Arthur está em guerra. E Merlin nos explica porque todas as guerras são injustas exceto uma, e nos faz descobrir qual é a única razão que justifica um reino se erguer contra um outro. Ao lado do Rei Arthur, participamos dos combates, aprendemos estratégias justas, e ficamos sabendo como e porque a Távola Redonda foi criada. Mas há um problema grave: com tantas idas e voltas no tempo, Merlin anda esquecido. Sabe que deveria dar a Arthur uma informação de crucial importância, mas não se lembra o que é."

quinta-feira, maio 31, 2012

Amantes e Inimigos (One Wore Blue), de Heather Graham [Desafio Literário]



Título Original: One Wore Blue
Autor: Heather Graham
Editora: -Importado-
Gênero: Romance Histórico
Série: Trilogia Cameron
Sub-Gênero/Assunto: Romance Histórico, Amor e Ódio, Guerra
Período: EUA. Guerra Civil Americana
Veemente e orgulhosa, Kiernan é uma mulher leal, leal ao sul e a um estilo de vida que agora vê desaparecer. Mas também é uma mulher apaixonada na infância pelo primogênito de uma grande plantação da Virgínia que decidiu unir ao norte e lutar contra os seus, quando o país se partiu em dois. E ela decidiu esquecê-lo, brigar contra ele e odiar para sempre. Valente, teimoso e enormemente atraente, o coronel Jesse Cameron viu agora o uniforme azul do exército ianque. Também é o homem que entregou há tempos atrás seu coração a uma jovem bonita e rebelde. Mas isso foi antes que a guerra mudasse tudo, antes que seu país se partisse em dois, antes que ela jurasse esquecê-lo, brigar contra ele e odiar para sempre. A guerra os separou, mas um destino cruel os uniu de novo. São inimigos e, entretanto, não podem evitar que a atração e a paixão renasça de novo.

quinta-feira, janeiro 12, 2012

Perigosa Obsessão, de Nita Abrams


Título Original: The Spy’s Bride
Autor: Nita Abrams
Editora: Nova Cultural
Gênero: Romance Histórico
Série: The Couries- Livro 3
Coleção: CHE 199
Sub-Gênero/Assunto: Romance de Banca, casamento de conveniência, guerra, espiões
Período: Regência.
Londres, 1813

Segredos, traição e paixão!

Obcecado pela mulher que o traíra em uma cilada que resultou em sua captura pelos franceses, James decide se casar com Eloise Bernal e concorda em acompanhar a esposa numa viagem a Paris, com a esperança de reencontrar aquela condessa que não lhe sai do pensamento...

Eloise fica chocada com o comportamento do marido. Seu plano é pôr um fim ao casamento assim que eles voltarem a Londres. Mas até lá, enquanto estiverem rodeados de inimigos por todos os lados, Eloise terá de contar com o único homem em quem não pode confiar... e enfrentar uma paixão que não pode mais negar!



sexta-feira, abril 22, 2011

Um Beijo do Destino, de Mary Jo Putney (Romance Histórico)

Enquanto as duas poderosas nações e o destino travam seu embate, Gwynne e Duncan precisam levar seus poderes e paixões além dos limites mais proibidos, para salvar o amor e proteger o futuro. 

Título Original: Kiss of Fate
Autor: Mary Jo Putney
Editora: Bertrand
Série: Guardiões (livro 1)
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Guerra, Paranormalidade, Magia, Fantasia
Período: Escócia. Séc. 18

Líder de um poderoso e ancestral clã escocês, Duncan Macrae está determinado a dar um fim aos históricos conflitos entre a Escócia e a Inglaterra. Senhor do Trovão, detém os poderes secretos de um Guardião — ser humano com capacidade mística para controlar as forças da natureza e ler o coração das pessoas. E quando conhece a jovem e independente viúva inglesa Gwyneth Owens, seu espírito ardente é irremediavelmente atraído por uma paixão que colocará sua lealdade à Escócia contra seus votos como Guardião e ameaçará tudo que ele mais ama.
Enquanto as duas poderosas nações e o destino travam seu embate, Gwynne e Duncan precisam levar seus poderes e paixões além dos limites mais proibidos, para salvar o amor e proteger o futuro.


quarta-feira, setembro 29, 2010

Desafio Literário: O Clã de Rhett Butler, de Donald McGaig (Romance Histórico)

 @editorarocco .............................................................................
DESAFIO LITERÁRIO 2010
Agosto: Romance Histórico
Livro reserva
Infelizmente, não pude ler o outro livro que havia escolhido para este mês, O Chá do Amor. Preciso economizar e R$59,90 é um pouco caro demais.
Minha Lista



O CLÃ DE RHETT BUTLER


FICHA TÉCNICA

Título Original: Rhett Butler’s people: autorized novel baseado n Margeret Mitchell’s Gone With the Wind.
Autor: Donald McCaig
Editora: Rocco
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Segunda Chance, Guerra Civil Americana, Guerra, Família
Período: Sul dos EUA, séc. 19 (Guerra Civil Americana)
Sinopse: 

O inesquecível protagonista do clássico E o vento levou está de volta no lançamento O clã de Rhett Butler, do especialista em História norte-americana, Donald McCaig. Mais de setenta anos depois do lançamento da saga que deu à Margaret Mitchell o prêmio Pulitzer e dez Oscars à adaptação cinematográfica, eternizada por Clark Gable e Vivien Leigh, a infância e a juventude do aventureiro Rhett Butler são desvendadas neste romance histórico sobre superação, sobrevivência e paixão. O clã de Rhett Butler chega às livrarias em abril pela Rocco, depois de se manter por 17 semanas consecutivas nas mais importantes listas dos mais vendidos dos Estados Unidos, entre as quais a do The New York Times.

quinta-feira, julho 01, 2010

Cinzas ao Vento ( Ashes in the Wind), de Kathleen e. Woodwiss

Título Original: Ashes in the Wind
Autor: kathleen e. woodwiss
Editora: Brasil: Record; Minha Edição: Avon- Historical Romance
Colecão: Avon Historical Romance
Gênero: Romance Histórico
Sub-Gênero/Assunto: Gravidez, Segunda Chance, Guerra, Guerra Civil Americana, Falsa Identidade, Casamento por Conveniência
Período: Guerra Civil Americana. Séc. 19
"Uma névoa escura cobria a cidade, e o ar úmido parecia comprimir o calor sufocante sobre os destacamentos de soldados de túnicas azuis, que esperavam, nas docas, a chegada do barco fluvial com rodas laterais". Estamos em Nova Orleans, a 23 de setembro de 1863. No barco, estão os passageiros, ansiosos por enriquecer, as aves de rapina, as prostitutas, os aproveitadores, todos descendo sobre a cidade de Nova Orleans para arrancar tudo que puderem dos cidadãos emprobecidos pela Guerra de Secessão e muito mais do invasor ianque. No cais, os soldados da União. Entre os passageiros, porém, há um menino que, sob o manto do mistério, irá mudar completamente o rumo da história...

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